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Professora, Jornalista, Relações Públicas e Mestre em Comunicação Social. Apaixonada pela comunicação e pelo imaginário humano e cultural.

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Friday, June 29, 2012

A Maior Flor do Mundo | José Saramago

Anatomia de um leitor


A Vida e o Jogo


Quando a criança cresceu e abandonou os seus jogos, quando durante anos se esforçou psiquicamente por agarrar as realidades da vida com a seriedade desejada, pode acontecer que um dia se encontre de novo numa disposição psíquica que volta a apagar esta oposição entre o jogo e a realidade. O homem adulto lembra-se da grande seriedade com que se entregava aos jogos infantis e acaba por comparar as suas ocupações por assim dizer graves com esses jogos dos tempos da infância: liberta-se então da opressão demasiado pesada da vida e conquista a fruição superior do humor. 

Sigmund Freud, in 'Ensaios de Psicanálise Aplicada (1908)'



Tropicalismo em cena

O tropicalismo foi um dos maiores movimentos artísticos do Brasil que reuniu Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Sergio Dias, Arnaldo Baptista, Rita Lee, Tom Zé, entre outros artistas.

Para contar esse período cultural, chega a cena cinematográfica do documentárioTropicália, com estréia prevista para 14 de setembro.



Confira o trailer oficial!




Friday, June 15, 2012

Audioteca Sal e Luz


A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados, os audiolivros. Mas o que é isto? São livros que alcançam cegos e deficientes visuais, inclusive os com dificuldade de visão pela idade avançada, de forma totalmente gratuita. Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos até conteúdos e provas corrigidas, voltadas para concursos públicos em geral. São emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3. 

Se você conhece algum deficiente visual, DIVULGUE!
 
Para ter acesso ao acervo, basta se associar na sede, que fica situada à Rua Primeiro de Março, 125, no Centro do Rio de Janeiro. RJ. E o legal: não precisa ser morador da cidade.
 
A outra opção foi uma alternativa que se criou, face à dificuldade de locomoção dos deficientes na nossa cidade. Eles podem solicitar o livro pelo telefone, escolhendo o título pelo site, e gratuitamente o material será enviado pelos Correios. A maior preocupação da equipe, atualmente, reside no fato que, apesar do governo estar ajudando imensamente, é preciso apresentar resultados. Eles precisam atingir um número significativo de associados, que realmente contemplem o trabalho, senão ele irá se extinguir e os deficientes não poderão desfrutar da magia da leitura. Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros...
 
Ajude! Divulgue!
 

Friday, June 08, 2012

Exposição: Onde o desenho germina


O desenho como área de cultivo

Para os antigos uma imagem servia a instruir, lembrar e emocionar. Ela tinha ainda o poder de transitus, permitindo que pudéssemos contemplar a partir dela as coisas invisíveis, o mundo sensível transfigurado em presença. Vivemos ainda os mistérios da imagem, já que a nossa voracidade em relação a ela é maior que o nosso entendimento. Aquela que surge da inscrição gráfica, desenho, é a que nos aventuramos desde a infância; e que faz renascer em nós essa antiga tríade que nos temporaliza.

Os desenhos de Lilian Maus começam pela água através dos caminhos que o líquido cria em contato com o papel. Se existe um plano outro é o de esperar que ela evapore e que a mancha indique por onde prosseguir; e se possa adicionar mais camadas, cores, fazendo do fundo berço, nascedouro do trabalho. A memória da água é diferente da memória do gesto, e isso faz com que em seu trabalho a artista cultive os dois por fortuna e por leveza.

Um desenho talvez não precise esperar para secar, imediato que é. Mas é preciso esperar que ele brote, cresça e lentamente se revele. Um tempo para que a ideia se aceite como nova, para que a aceitemos como nossa. As metáforas de semeadura, crescimento e disseminação fazem com que pensemos a inscrição gráfica ainda mais como um espaço para o cultivo das ideias, para a revelação de memórias.

O sulco, a vala, o buraco de onde uma imagem nasce nos reposiciona em relação a nossa origem. Do mesmo modo que os encontros nos fazem pensar de onde partimos.

Texto do Prof. Dr. Flávio Gonçalves










A exposição "Onde o desenho germina", de Lilian Maus, será inaugurada no dia 12 de junho, terça-feira, das 19h30min. às 22h, no Espaço Cultural da ESPM. Na mostra, a artista cogestora do Atelier Subterrânea, recentemente contemplada pelo Prêmio Funarte Redes 2011, apresenta os caminhos do desenho em sua produção. Nesse cultivo de desenhos, a artista apresenta trabalhos em papel, fotografia e instalações que misturam material orgânico e sintético, construindo um terreno a ser literalmente percorrido e explorado pelo espectador. “O processo de desenhar é semelhante ao cultivo de um jardim”, diz a artista, que, com a mostra, convida a todos a observar obras que brotam com leveza pela paisagem da galeria. No dia 10 de agosto, encerramento da mostra, haverá mesa redonda com a artista das 11h15min. às 12h45min. Participam da mesa a coordenadora Prof. Me. Cláudia Barbisan e o convidado Prof. Dr. Flávio Gonçalves. Será ainda lançado catálogo com distribuição gratuita ao público.


Exposição Individual Onde o Desenho Germina, de Lilian Maus, no Espaço Cultural da ESPM, Porto Alegre.


Abertura: terça-feira, 12 de junho, das 19h30min. às 22h, com entrada gratuita

Local: Espaço Cultural da ESPM, localizado na rua Guilherme Shell, 268.

Visitação: de 13 de junho a 10 de agosto de 2012, de segunda a sexta, das 8h às 22h e, aos sábados, das 9h às 15h.

Encerramento com mesa redonda e lançamento de catálogo: sexta-feira, 10 de agosto, das 11h15min. às 12h45min. Participam da mesa os artistas Lilian Maus, Flávio Gonçalves e Cláudia Barbisan, haverá distribuição gratuita de catálogos ao público.








Fonte: site Koralle

Thursday, June 07, 2012

Segunda Mostra de Teatro Espírita


De sexta a domingo, no período de 20 a 22 de julho, a Cia Hariboll apresentará seus espetáculos espíritas na 2ª edição da mostra de Teatro Espírita. Os horários para conferir as atrações são nos turnos da tarde e da noite, no Teatro da AMRIGS, localizado na Avenida Ipiranga, 5311. 



Confira a Programação:

20/07 - SEXTA-FEIRA - 21h – PAULO E ESTEVÃO – Espetáculo adaptado do livro de Chico Xavier, ditado pelo espírito EmmanueL.

21/07 - SÁBADO - 16h - A MENINA QUE NÃO SABIA REZAR- Espetáculo infantil que aborda o valor da prece.

21/07 - SÁBADO - 18h30min. – UMA VOVÓ NO ALÉM- Espetáculo que narra com muito bom humor a história de Dona Judite, uma simpática velhinha, que após uma inocente “soneca”, desperta no mundo espiritual.

21/07 - SÁBADO – 21h – CAMINHOS QUE CRUZEI, AMIGOS QUE ENCONTREI- Peça Espírita há 12 anos em cartaz.

22/07 – DOMINGO - 16h -  A MENINA QUE NÃO SABIA REZAR- Espetáculo infantil que trata sobre o valor da prece

22/07 – DOMINGO 18h30min. - ENTREVISTA COM ESPÍRITOS – Espetáculo que aborda a mediunidade, apresentando a história de Bruno, um jovem atormentado por vozes e visões que não consegue entender.


Todos os espetáculos Escritos e Dirigidos por: Luis Carlos Pretto.

Mais informações no site www.hariboll.yolasite.com


Ingressos antecipados:

INSTITUTO ESPÍRITA DIAS DA CRUZ – (Secretaria) – Av. Azenha, 366 fone: 32231938

BANCA FOLHETIM – Rua Jacinto Gomes, Esquina Av. Venâncio Aires fone: 33352737

Valores: R$ 20,00 – Inteira/ R$ 10,00 (Clube do assinante ZH e Idosos)

Ingressos no local: * BILHETERIA ABRE 1h ANTES DE CADA PEÇA
R$ 25,00 – Inteira/ R$ 12,50 Idosos/ZH/ESTUDANTES)




Foto: Luis Carlos Pretto/Cia Hariboll





Contato Produção:
CIA HARIBOLL DE TEATRO: (51) 91867419/84146380

Monday, June 04, 2012

Vamos falar do ROTA


A obra de Caco Barcellos, Rota 66: A História da Polícia que Mata, chegou às minhas mãos no segundo semestre de 2008 e foi lida vorazmente. Uma porque gosto muito do jornalista autor, outra por ser um livro reportagem, signo da vida acadêmica o qual sou fã, e pela grande reportagem em profundidade, capaz de ser reproduzida somente nesse gênero de publicação.

Assim, o Rota de Barcellos entrou na minha vida, entranhou-se em meu imaginário e tornou-se meu objeto de estudo para o trabalho de conclusão do curso de jornalismo. Lancei a esse discurso um olhar semiológico, identificando as posições discursivas por meio dos socioletos*, que englobam discursos acráticos e encráticos, dentro do gênero de jornalismo literário**, possível nessa tipologia publicada, assim como as forças de poder presentes no fato e expostas na narrativa, e ainda a impregnância de fait divers*** nas páginas do livro.

Resumidamente, o livro reportagem de Caco Barcellos, publicado em 1992, faz um relato das atrocidades realizadas pela polícia paulista. No período compreendido entre 1970 e 1990, as equipes do 1º Batalhão da Polícia Militar de São Paulo eram consideradas as unidades de elite da corporação. Chamadas de Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, ficaram popularmente conhecidas como Rota.

O livro traz um estudo que aponta a participação de mais de cem policiais da Rota 66 na perseguição a três garotos de classe média alta da sociedade paulista. Os três corpos foram encontrados com perfurações de mais de 23 balas de revólver. Esse foi um fato que eclodiu na imprensa, na época das mortes.

Aprofundando as pesquisas, com base no jornalismo investigativo e documental, Barcellos apresenta um submundo cruel. O estudo transformou a sociedade após o período da Ditadura Militar, trazendo à tona a injustiça e a discriminação social e racial existente nas periferias. A morte dos jovens da burguesia foi o estopim para trazer a conhecimento de todos os fatos ocorridos na práxis. As rondas da Rota, na caminhonete Veraneio, atingiam principalmente jovens das favelas. Barcellos, com sua pesquisa, aponta esta realidade.

Foram sete anos de pesquisa, alguns deles em arquivos do Instituto Médico Legal - IML. As investigações não apenas revelaram o número real de mortes, como também o fato de que tanto os médicos do IML quanto os policiais “apagavam” as pistas dos corpos, uma vez que os assassinados eram levados pelos policiais no carro da Rota ao hospital e posteriormente ao IML. Dessa forma eram induzidas as suspeitas de que as mortes haviam acontecido em decorrência de confrontos iniciados pelas vítimas.

O livro-reportagem traz dados estatísticos absurdos, não divulgados pela imprensa naquele período. Apresenta relatos da vida dos familiares e das vítimas. Retrata a procura incessante por informações que tirem as premiações da polícia e a coloque atrás das grades. A obra é um verdadeiro documento contendo a história de um período obscuro, um período em que as pessoas louvavam os chefes de polícia e governantes, enquanto a propaganda levava a sociedade acreditar que policiais eram heróis e a população de homens pobres e negros massacrada era culpada.

Após a publicação do Rota 66, Caco Barcellos, juntamente com sua família, passou alguns anos fora do Brasil, devido as chantagens e as promessas de morte ao jornalista e seus parentes serem constantes.

Vinte anos após a publicação do livro, o Rota continua agindo da mesma forma. As denúncias atuais e as da época que rememora a obra, de nada serviram para que o poder policial revisasse seus conceitos e compreendesse sua posição na sociedade. Ontem, ao assistir o Fantástico, acompanhei mais uma reportagem sobre a atuação do Rota. O mesmo posicionamento do chefe de comando ao falar sobre sua equipe, as mesmas desculpa para os assassinatos praticados, sendo um deles, no acostamento de uma avenida. A testemunha, uma mulher que contou o que viu, precisou se mudar com a família, pois, ao presenciar o fato de sua janela, tornou-se carta marcada. A mesma história se repete, se reproduz incessantemente.  Não é de hoje, é desde a década de 1970.

Talvez a caça dos homens do Rota não seja mais na veraneio cinza, mas as práticas seguem as mesmas. Os discursos ilusoriamente mudaram, mas a explicação para as mortes são parecidíssimas. Não defendo bandidos, ladrões que assaltam estabelecimentos, causam pânico social e destroem o ganha pão de gente trabalhadora. Mas sim, defendo a vida, defendo uma sociedade justa e, não creio que o extermínio humano resolva o problema social, de conduta, de comportamento e de valores. Talvez seja necessária uma releitura desses discursos e meta-discursos encráticos.



* abrangem a origem e conflitos dos grupos e das linguagens e, ao mesmo tempo, a contradição social e de quebra que este objeto agregado pode gerar. O campo socioletal divide-se em: discurso do poder, ou encrático; discurso fora do poder, ou acrático.

** Gênero jornalístico que apresenta fatos reais, mesclados com analises de ambiente e sentimentos, ou seja, utiliza-se de artifícios literários para construir o discurso. Essa prática requer estudos e dedicação maior do profissional, para a composição do trabalho informativo.


*** informação sensacionalista.

Wednesday, May 30, 2012

O Caminho para a Iluminação


Escrito no século VIII, O Caminho para a Iluminação (Bodhicharyavatara) ou Guia para o Modo de Vida do Bodhisattva(Bodhisattvacharyavatara) de Shantideva logo se tornou um clássico do Budismo Mahayana. Diz a lenda que Shantideva recitou o texto inteiro de forma extemporânea, quando foi convidado a fazer uma preleção para uma congregação de monges na famosa universidade monástica indiana de Nalanda. O pedido para oferecer seus ensinamentos teria derivado de um desejo de humilhar Shantideva, já que os outros monges achavam que ele não fazia nada a não ser “comer, dormir e defecar”. Os monges não imaginavam que apesar deShantideva dar a impressão de que levava uma vida de indolência, tinha na verdade uma vida rica em experiência interior e aprendizado profundo. Os relatos tibetanos da história alegam que, ao chegar ao capítulo nove, o capítulo sobre a sabedoria, Shantideva começou a subir pelo ar e a desaparecer, embora sua voz ainda pudesse ser ouvida.

Independentemente dos méritos dessa lenda, a importância do Bodhicharyavatara no panorama cultural e temporal da literatura indiana não pode ser subestimada. O texto de Shantideva tornou-se uma das obras budistas mais apreciadas. Para o praticante religioso é uma escritura fundamental, descrevendo as práticas essenciais do Budismo Mahayana no caminho para a iluminação. Entre todos os textos religiosos da tradição Budista Mahayana, pode-se dizer que o Bodhicharyavatara de Shantideva e o Ratnavali de Nagarjuna continuam a ser as obras básicas, descrevendo a carreira nobre e altruísta do Bodhisattva. Para os estudiosos e filósofos, o capítulo nove representa uma importante contribuição para o desenvolvimento da filosofia budista do Caminho do Meio (Madhyamaka). E para os budistas leigos, o texto tornou-se uma fonte de profunda inspiração em sua fé pessoal. Até hoje, o capítulo sobre a dedicação, o décimo e último capítulo, permanece como uma das expressões mais intensas de um profundo sentimento religioso na literatura budista Mahayana.

O impacto do Bodhicharyavatara de Shantideva no Tibete talvez tenha sido insuperável. Desde a sua tradução para o tibetano, no século XI, a obra vem exercendo uma profunda influência sobre a vida religiosa do povo. Sua extensa influência pode ser encontrada nos ensinamentos de todas as quatro escolas principais do budismo tibetano: NyingmaKagyüSakya Gelug. Além de propiciar amplos estudos relacionais com os ideais e práticas Mahayana, tratados em profundidade na obra, o texto também levou ao desenvolvimento de um novo gênero de literatura, que se tornou coletivamente conhecido como lojong, ou “treinamento da mente”. É uma categoria de textos religiosos que tratam basicamente de duas preocupações fundamentais da obra de Shantideva, o cultivo da mente altruísta do despertar e a geração de uma profunda percepção sobre a natureza da realidade. A estrofe seguinte está agora quase imortalizada por causa das reiteradas declarações do Dalai Lama que é a maior fonte de sua inspiração: “Por tanto tempo quanto o espaço durar e por tanto tempo quanto os seres vivos existirem, que eu possa até lá também esperar para dissipar a miséria do mundo.”

[Adaptado de A Arte de Lidar coma Raiva: O Poder da Paciência. Sua Santidade o Dalai Lama, tradução de A. B. Pinheiro de Lemos, a partir da tradução para o inglês do Geshe Thubten Jinpa. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Pág. 15-17.]


Fonte: Blog Sobre Budismo




Tuesday, May 29, 2012

Comemoração do dia da Imprensa no Museu da Comunicação


No dia 1º de junho, em comemoração ao dia da Imprensa, será feito o lançamento do documentário Vida e Obra de Hipólito da Costa às 16h30min, no Museu da Comunicação. O evento terá uma breve solenidade com as falas do diretor do Museu Augusto Bier, do presidente da Associação Riograndense de Imprensa - ARI, o jornalista Batista Filho e da produtora cultural e jornalista Erika Kraemer.

Após a exibição do filme os presentes estarão convidados para uma visita ao setor de imprensa do Museu da Comunicação para verem os exemplares do Correio Braziliense e do Diário de Porto Alegre.

A entrada é franca.






Hipólito da Costa





Fonte: Assessoria de Imprensa Museu da Comunicação Hipólito José da Costa

Monday, May 28, 2012

Exposição "Quadro Branco" destaca fantasia na criação visual


Nova edição do projeto poderá ser conferida a partir de hoje em Porto Alegre

O Museu do Trabalho e o Studio Clio (José do Patrocínio, 698), em parceria, abrem nesta segunda-feira, a partir das 19h, nova edição do projeto "Quadro Branco", com uma mostra de Carla Barth. Sua obra destaca-se pela fantasia que rege a criação visual, influenciada pela antropologia, arte popular, cinema underground, art brut e estética punk. A mostra pode ser conferida, de segunda a sexta, a partir de amanhã, das 9h às 19h, no StudioClio (Rua José do Patrocínio, 698). 



Na Galeria Clébio Sória da Câmara Municipal de Porto Alegre (Rua Loureiro da Silva, 255) recebe, a partir desta segunda, a exposição "Vida Vermelha", de Terezinha Berwanger Petry. A artista retrata em suas telas tomates lisos e brilhantes, vermelhos e verdes. Ela diz que deseja destacar a importância de uma alimentação saudável ao ingerir alimentos nutritivos. A mostra também marca os 20 anos de carreira da artista plástica de Novo Hamburgo, que, em 2004, conquistou a Medalha de Prata na Grande Mostra Nacional Marinhas Brasileiras. Visitação, até 15 de junho, de segundas a quintas, das 9h às 18h, e nas sextas-feiras, das 9h às 16h.

Dez esculturas criadas com lixo eletrônico e outras sucatas fazem parte da exposição "A Arte de Desconstruir Objetos com Sustentabilidade", do artista porto-alegrense Flavio Mascarello que abre hoje, às 9h, e permanece até o dia 15 de junho no espaço T Cultural Tereza Franco da Câmara Municipal de Porto Alegre (Avenida Loureiro da Silva, 255). A entrada é franca. O horário de visitação é de segunda a quinta-feira, das 9h às 18h e das 9h às 16h na sexta-feira. A proposta de Mascarello é gerar uma arte sustentável do ponto de vista ambiental. Todo o material de um computador, por exemplo, é reaproveitado e transformado em objetos do cotidiano.

E no Espaço Novos Talentos da Assembleia Legislativa (Praça da Matriz, s/n), de hoje a 8 de junho é possível conferir a exposição "Belle Époque". A mostra reúne obras em óleo sobre tela da artista plástica Thays Renk. Fascinada pelo período europeu de grande progresso intelectual, artístico e tecnológico, Thays retrata desde a elegância da burguesia nas ruas e nas avenidas de Paris até locais de efervescência cultual. Visitação de segunda a sexta, das 8h30min às 18h30min.


Fonte: Correio do Povo

Os sensacionalismos do Sensacionalismo - Uma Leitura dos Discursos Midiáticos

Sensacionalismo! O que é exatamente? Há sinais seguros para identificá-lo? Ou só o inconsciente é capaz de percebê-lo ao se defrontar com uma notícia ou cobertura jornalística exagerada? Os questionamentos em torno do assunto não constituem novidade, mas são permanentes de parte da Academia. Os Sensacionalismos do sensacionalismo: uma leitura dos discursos midiáticos não oferece respostas prontas. A proposta do autor é entregar um mapa de viagem, com vários caminhos possíveis. Todos bem sinalizados, para detectar onde está o sensacionalismo do Sensacionalismo. Neste livro, fruto do pós-doutorado de Roberto Ramos, há um percurso singular de análise, a partir do exame dos conteúdos da Revista Seleções, da Casa dos Artistas 3, do Telejornal Aqui e Agora, e do Jornal Nacional. Durante o trajeto, o autor é acompanhado por pensadores do porte de Barthes, Morin, Freud, Lacan, Bakhtin e Agrimani; sugere pontos a discutir, além de oportunizar ao leitor, em todos os cruzamentos da estrada, a livre opção de, utilizando-se dos próprios conhecimentos, determinar o rumo a seguir.

O Roberto Ramos foi meu orientador na graduação de jornalismo e me guia nessa aventura alucinante do mestrado. Recomendo muito a leitura dessa obra dele!




Série de documentários sobre as grandes obras literárias



Muitas e muitas vezes somos confrontados com uma realidade: quantos livros nós já lemos até que a pergunta nos seja feita? Creio que a maioria dos leitores tenha perdido a conta. Alguns são capazes de contar nos dedos das mãos a quantidade exata de livros lidos. Outros, porém, podem contar apenas usando um do (s) dedo (s) de uma das mãos.
Uma das formas pelas quais imagino surja o interesse pela leitura é assistir a algum documentário, série, novela ou qualquer tipo de mídia que faça surgir a curiosidade por querer conhecer aquele livro que foi objeto do programa. Por isso apresento a série de 30 documentários com aproximadamente 50′, chamada “Grandes Livros” – Great Books, no original –, produzida pelo Discovery Chanel, ainda na década de 1990.
Todos os vídeos apresentados estão no canal GrandesLivros, hospedado no Youtube, são dublados ou legendados, o que facilita bastante, não? Além disso, os comentários são feitos por especialistas na vida e na obra dos autores retratados como, por exemplo, Carlos Fuentes, o escritor mexicano recentemente falecido que foi um grande especialista sobre Dom Quixote e a vida de Miguel de Cervantes, o que pode oferecer uma visão não apenas básica mas interessante e estimulante para quem (espero que muitos) queira entrar ou conhecer melhor a vida dos autores e os motivos – personagens e história – de cada um dos livros abaixo:
Clique sobre o nome do livro para ver o documentário
1984 – George OrwellGrandes Esperanças – Charles Dickens
Aventuras de Huckleberry Finn, As – Mark TwainInterpretação dos Sonhos, A – Sigmund Freud
Alice no País das Maravilhas – Lewis CarrolLetra Escarlate, A – Nathaniel Hawthorne
Ardil 22 – Joseph HellerMadame Bovary – Gustave Flaubert
Autobiografia de Malcom X – Alex HaleyMiseráveis, Os – Victor Hugo
Contos de Terror – Edgar Allan PoeMoby Dick – Herman Melville
Coração das Trevas, O – Joseph ConradMorte de Artur, A – Sir Thomas Malory
Crime e Castigo – Fiodor DostoievskiNus e os Mortos, Os – Norman Mailer
Dom Quixote de La Mancha – Miguel de CervantesOdisseia – Homero
Drácula – Bram StokerOrgulho e Preconceito – Jane Austen
Emblema Rubro da Coragem – Stephen CraneOrigem das Espécies, A – Charles Darwin
ÊxodoPríncipe, O – Nicolau Maquiavel
Filho Nativo – Richard WrightRepública, A – Platão
GênesisSelva, A – Upton Sinclair
Grande Gatsby, O – Scott FitzgeraldSenhor das Moscas, O – William Golding
Viagens de Gulliver, As – Johnathan Swift
Walden, ou A Vida nos Bosques – Henry D. Thoreau

Tudo bem que a maioria dos estudantes de graduação tenham respondido que leram pouquíssimos livros numa recente pesquisa. Você pode encontrar uma excelente explicação no artigo “Por que se lê tão pouco no Brasil”, de Elmer Correa Barbosa, que foi postado no Blog do Galeno.
O que não faltam são meios de fazer a juventude gostar de ler.

Monday, May 14, 2012

Pimentta do Reino: A aproximação cautelosa dos jornais

Pimentta do Reino: A aproximação cautelosa dos jornais: As empresas tradicionais de comunicação estão fazendo algum esforço para usar os recursos das mídias digitais como ferramenta de r...

Delícias da estação


O inverno está dando as caras no sul do país. A manhã de hoje, 14 de maio, marcou 7º em Porto Alegre. Para amantes do frio, como eu, chegou a época de vestir-se bem, e de saborear as delícias gastronômicas que só com baixas temperaturas podem ser degustadas. Já que o inverno pede mais introspecção, a hora é de cultivar a boa mesa e os momentos de aconchego no lar. Seja sozinho ou em boa companhia, aproveite as maravilhas desta época. Afinal, pela gastronomia é possível conhecer muito da cultura de uma região e de uma pessoa.

Aqui, algumas dicas para aquecer os dias frios!

FONDUE DE QUEIJO

Ingredientes

200 g de queijo Ementhal
200 g de queijo Gruyére
200 g de queijo Estepe
200 g de queijo fundido
1 copo de vimho branco
1 cálice de Kirsch (destilado feito de cerejas)
Pimenta-do-reino à gosto
1 pitada de noz moscada
1 dente de alho

Preparo

Passe o alho na panela de fondue. Pique todos os queijos (ou rale) e leve ao fogo baixo (no fogão) até derreter por completo. Acrescente o vinho, o Kirsh, a pimenta e a noz moscada.

Retire do fogo e leve para o réchaud. Sirva com pedaços de pão italiano ou de sua preferência.




FONDUE DE CHOCOLATE

Ingredientes

300 g de chocolate ao leite
200 g de chocolate meio amargo
200 g de creme de leite
3 colheres (sopa) de conhaque

Preparo

Pique os dois tipos de chocolate e derreta em banho-maria. Quando estiverem bem derretidos, acrescente o creme de leite e o conhaque. Leve ao rechaud e sirve com frutas (morango, kiwi, banana, uva, abacaxi,etc.).

Dica: pode ser servido com pedaços de bolo.




CALDO DE CAMARÃO


Ingredientes

2 k de camarão miúdo (você pode achar que é muito, mas não é. Depois de cozido ele não vira nada)
1 colher, das de sopa, de manteiga
350 g de peixe de água doce sem pele ou espinhas
6 tomates bem maduros, picados
1 cebola grande, picada
4 dentes de alho, espremidos
3 colheres, das de sopa, de azeite de dendê ou azeite de oliva (use o que preferir)
3 pimentas malaguetas no azeite ou qualquer outra pimenta ardida
6 fatias de pão de forma
1 litro de caldo de peixe ou 1 litro de água
1 colher, das de sobremesa, de tempero pronto para paella ou 1 colher, das de sobremesa, de curry
400 ml de leite de coco
1 pote de requeijão cremoso


Preparo

Aqueça uma caçarola grande e junte o azeite de dendê. Refogue o alho e a cebola e logo em seguida junte os tomates, o peixe em cubos e metade dos camarões. Salpique sal, tempere com pimenta e o tempero para paella e tampe a panela. Cozinhe até o peixe ficar macio e o tomate desidratar e se formar um caldo. Desligue o fogo, junte o caldo de peixe e bata esse refogado de camarões e peixe no liquidificador junto com as fatias de pão de forma. Reserve.

Aqueça a mesma panela que você fez o refogado e junte 1 colher de manteiga. Refogue o camarão nessa manteiga e só coloque o sal depois que o camarão estiver macio. Eu não gosto de temperar esses camarões miúdos antes de refogar... Acho que ele desidrata demais e fica borrachudo.
Acrescente o caldo batido ao camarão, junte o leite de coco e o requeijão, acerte o sal e espere ferver e engrossar (o pão de forma faz o caldo engrossar).

Sirva com torradas e coentro ou salsinha picados.

Fonte: Cozinha para Relaxar





SOPA NO PÃO ITALIANO


Ingredientes

1 alho(s)-poró(s) pequeno(s)
1/2 colher(es) de sopa de azeite de oliva
1/2 colher(es) de sopa de margarina light
1/2 colher(es) de sopa de farinha de trigo
1 xícara(s) de chá de leite desnatado
150 grama(s) de lombo canadense
1/2 colher(es) de chá de sal
1 noz-moscada em grão
1/2 lata(s) de creme de leite light
1/2 colher(es) de sopa de salsinha
1 pão(es) do tipo italiano-redondo
1/2 colher(es) de sopa de queijo parmesão ralado



Preparo


1. Cortar em rodelas finas somente da parte branca de 1 alho(s)-poró(s) pequeno(s), aquecer em uma panela 1/2 colher(es) de sopa de azeite de oliva e fritar o alho-poró por 3 minutos aproximadamente, retirar da panela e reservar.

2. Na mesma panela derreter 1/2 colher(es) de sopa de margarina light, dourar 1/2 colher(es) de sopa de farinha de trigo mexer com batedor de arame, retirar a panela do fogo e adicionar 1 xícara(s) de chá de leite desnatado mexer sempre para não empelotar, voltar a panela no fogo e juntar o alho-poró e 150 grama(s) de lombo canadense cortado em cubos pequenos deixar encorpar, temperar com 1/2 colher(es) de chá de sal e apenas 2 raladinhas de 1 noz-moscada em grão.

3. Desligar o fogo acrescentar, 1/2 lata(s) de creme de leite light e 1/2 colher(es) de sopa de salsinha picada.

4. Cortar a tampa de 1 pão(es) do tipo italiano redondo retirar o miolo, colocar a sopa dentro e salpicar 1/2 colher(es) de sopa de queijo parmesão ralado.

5. Servir em seguida.

Fonte: site da BBEL



TÁBUA DE QUEIJOS E VINHOS

Quantidade para tábua de queijos e variedade dos queijos:

20% de queijos de mofo branco: o Camembert, o Brie e o Chamois D’Or.

20% de queijos de mofo azul: o Gorgonzola, o Chamois Bleu, o Crem’Azur e o Roquefort.

15% de queijos tipo suíços: o Gruyère, o Fol Epi e o Maasdamer.

20% de queijos suaves: o Gouda, o Itálico, o Saint Paulin, o Lou Palou e o Emmenthal.

15% de queijos de sabor forte: o Port Salut, o Parmesão, o Chavroux, o Provolone, o Cheddar e o Limberger.

10% de queijos cremosos com sabores especiais: o Rambol nas versões Saumon, Fines Herbes, Provençale, Noix e Poivre Vert.

Os tipos de Queijos e seus sabores:

Coloque os queijos sobre cada tábua por tipos e com uma faca, para não confundir aromas e sabores.

Queijos Suaves - Gouda, Minas, Petit-Suisse, Cobocó, Serra da Estrela, Muzzarella, Itálico, Estepe, Savent-Paulin, Edan e os cremosos tipo Catupiry e os requeijões.

Queijos Médios - Gruyère, Emmenthal, Prato, Suíço, Serro, Caccia-Cavallo, Camembert, Dola, os fundidos: Cheddar , Brie, Chevre, Tête-de-Moine.

Queijos Fortes - Provolone, Port-Salut, Parmesão, Pecorino, Gorgonzola, Reino, Parmesão, Roquefort, Taleggio,Tilsit, e os chamados de bola ou de cuia.

Queijos chamados artesanais. Em francês a palavra é fermier, que vem escrita após a marca ou o tipo do queijo.

A combinação com os vinhos:

Brancos Suaves e médios - minas, ricota e boursin (massa mole)

Brancos secos leves – camembert e brie (massa mole, maturados por fungos na superfície)

Brancos secos médios - gouda, estepe (massa firme, maturados).

Brancos médios encorpados - queijos de cabra.

Espumantes e brancos fortes - parmesão e pecorino

Tintos leves (característica de baixo teor alcóolico entre 10 e 11 graus) – gruyère e emmental (semiduros com buracos).

Tintos encorpados (característica com alto teor alcoólico entre 10 a 13,5 graus) – roquefort, gorgonzola port salut, limburgo e provolone.


Fonte: Dicas e receitas