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Professora, Jornalista, Relações Públicas e Mestre em Comunicação Social. Apaixonada pela comunicação e pelo imaginário humano e cultural.

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Monday, May 28, 2012

Série de documentários sobre as grandes obras literárias



Muitas e muitas vezes somos confrontados com uma realidade: quantos livros nós já lemos até que a pergunta nos seja feita? Creio que a maioria dos leitores tenha perdido a conta. Alguns são capazes de contar nos dedos das mãos a quantidade exata de livros lidos. Outros, porém, podem contar apenas usando um do (s) dedo (s) de uma das mãos.
Uma das formas pelas quais imagino surja o interesse pela leitura é assistir a algum documentário, série, novela ou qualquer tipo de mídia que faça surgir a curiosidade por querer conhecer aquele livro que foi objeto do programa. Por isso apresento a série de 30 documentários com aproximadamente 50′, chamada “Grandes Livros” – Great Books, no original –, produzida pelo Discovery Chanel, ainda na década de 1990.
Todos os vídeos apresentados estão no canal GrandesLivros, hospedado no Youtube, são dublados ou legendados, o que facilita bastante, não? Além disso, os comentários são feitos por especialistas na vida e na obra dos autores retratados como, por exemplo, Carlos Fuentes, o escritor mexicano recentemente falecido que foi um grande especialista sobre Dom Quixote e a vida de Miguel de Cervantes, o que pode oferecer uma visão não apenas básica mas interessante e estimulante para quem (espero que muitos) queira entrar ou conhecer melhor a vida dos autores e os motivos – personagens e história – de cada um dos livros abaixo:
Clique sobre o nome do livro para ver o documentário
1984 – George OrwellGrandes Esperanças – Charles Dickens
Aventuras de Huckleberry Finn, As – Mark TwainInterpretação dos Sonhos, A – Sigmund Freud
Alice no País das Maravilhas – Lewis CarrolLetra Escarlate, A – Nathaniel Hawthorne
Ardil 22 – Joseph HellerMadame Bovary – Gustave Flaubert
Autobiografia de Malcom X – Alex HaleyMiseráveis, Os – Victor Hugo
Contos de Terror – Edgar Allan PoeMoby Dick – Herman Melville
Coração das Trevas, O – Joseph ConradMorte de Artur, A – Sir Thomas Malory
Crime e Castigo – Fiodor DostoievskiNus e os Mortos, Os – Norman Mailer
Dom Quixote de La Mancha – Miguel de CervantesOdisseia – Homero
Drácula – Bram StokerOrgulho e Preconceito – Jane Austen
Emblema Rubro da Coragem – Stephen CraneOrigem das Espécies, A – Charles Darwin
ÊxodoPríncipe, O – Nicolau Maquiavel
Filho Nativo – Richard WrightRepública, A – Platão
GênesisSelva, A – Upton Sinclair
Grande Gatsby, O – Scott FitzgeraldSenhor das Moscas, O – William Golding
Viagens de Gulliver, As – Johnathan Swift
Walden, ou A Vida nos Bosques – Henry D. Thoreau

Tudo bem que a maioria dos estudantes de graduação tenham respondido que leram pouquíssimos livros numa recente pesquisa. Você pode encontrar uma excelente explicação no artigo “Por que se lê tão pouco no Brasil”, de Elmer Correa Barbosa, que foi postado no Blog do Galeno.
O que não faltam são meios de fazer a juventude gostar de ler.

Monday, May 14, 2012

Pimentta do Reino: A aproximação cautelosa dos jornais

Pimentta do Reino: A aproximação cautelosa dos jornais: As empresas tradicionais de comunicação estão fazendo algum esforço para usar os recursos das mídias digitais como ferramenta de r...

Delícias da estação


O inverno está dando as caras no sul do país. A manhã de hoje, 14 de maio, marcou 7º em Porto Alegre. Para amantes do frio, como eu, chegou a época de vestir-se bem, e de saborear as delícias gastronômicas que só com baixas temperaturas podem ser degustadas. Já que o inverno pede mais introspecção, a hora é de cultivar a boa mesa e os momentos de aconchego no lar. Seja sozinho ou em boa companhia, aproveite as maravilhas desta época. Afinal, pela gastronomia é possível conhecer muito da cultura de uma região e de uma pessoa.

Aqui, algumas dicas para aquecer os dias frios!

FONDUE DE QUEIJO

Ingredientes

200 g de queijo Ementhal
200 g de queijo Gruyére
200 g de queijo Estepe
200 g de queijo fundido
1 copo de vimho branco
1 cálice de Kirsch (destilado feito de cerejas)
Pimenta-do-reino à gosto
1 pitada de noz moscada
1 dente de alho

Preparo

Passe o alho na panela de fondue. Pique todos os queijos (ou rale) e leve ao fogo baixo (no fogão) até derreter por completo. Acrescente o vinho, o Kirsh, a pimenta e a noz moscada.

Retire do fogo e leve para o réchaud. Sirva com pedaços de pão italiano ou de sua preferência.




FONDUE DE CHOCOLATE

Ingredientes

300 g de chocolate ao leite
200 g de chocolate meio amargo
200 g de creme de leite
3 colheres (sopa) de conhaque

Preparo

Pique os dois tipos de chocolate e derreta em banho-maria. Quando estiverem bem derretidos, acrescente o creme de leite e o conhaque. Leve ao rechaud e sirve com frutas (morango, kiwi, banana, uva, abacaxi,etc.).

Dica: pode ser servido com pedaços de bolo.




CALDO DE CAMARÃO


Ingredientes

2 k de camarão miúdo (você pode achar que é muito, mas não é. Depois de cozido ele não vira nada)
1 colher, das de sopa, de manteiga
350 g de peixe de água doce sem pele ou espinhas
6 tomates bem maduros, picados
1 cebola grande, picada
4 dentes de alho, espremidos
3 colheres, das de sopa, de azeite de dendê ou azeite de oliva (use o que preferir)
3 pimentas malaguetas no azeite ou qualquer outra pimenta ardida
6 fatias de pão de forma
1 litro de caldo de peixe ou 1 litro de água
1 colher, das de sobremesa, de tempero pronto para paella ou 1 colher, das de sobremesa, de curry
400 ml de leite de coco
1 pote de requeijão cremoso


Preparo

Aqueça uma caçarola grande e junte o azeite de dendê. Refogue o alho e a cebola e logo em seguida junte os tomates, o peixe em cubos e metade dos camarões. Salpique sal, tempere com pimenta e o tempero para paella e tampe a panela. Cozinhe até o peixe ficar macio e o tomate desidratar e se formar um caldo. Desligue o fogo, junte o caldo de peixe e bata esse refogado de camarões e peixe no liquidificador junto com as fatias de pão de forma. Reserve.

Aqueça a mesma panela que você fez o refogado e junte 1 colher de manteiga. Refogue o camarão nessa manteiga e só coloque o sal depois que o camarão estiver macio. Eu não gosto de temperar esses camarões miúdos antes de refogar... Acho que ele desidrata demais e fica borrachudo.
Acrescente o caldo batido ao camarão, junte o leite de coco e o requeijão, acerte o sal e espere ferver e engrossar (o pão de forma faz o caldo engrossar).

Sirva com torradas e coentro ou salsinha picados.

Fonte: Cozinha para Relaxar





SOPA NO PÃO ITALIANO


Ingredientes

1 alho(s)-poró(s) pequeno(s)
1/2 colher(es) de sopa de azeite de oliva
1/2 colher(es) de sopa de margarina light
1/2 colher(es) de sopa de farinha de trigo
1 xícara(s) de chá de leite desnatado
150 grama(s) de lombo canadense
1/2 colher(es) de chá de sal
1 noz-moscada em grão
1/2 lata(s) de creme de leite light
1/2 colher(es) de sopa de salsinha
1 pão(es) do tipo italiano-redondo
1/2 colher(es) de sopa de queijo parmesão ralado



Preparo


1. Cortar em rodelas finas somente da parte branca de 1 alho(s)-poró(s) pequeno(s), aquecer em uma panela 1/2 colher(es) de sopa de azeite de oliva e fritar o alho-poró por 3 minutos aproximadamente, retirar da panela e reservar.

2. Na mesma panela derreter 1/2 colher(es) de sopa de margarina light, dourar 1/2 colher(es) de sopa de farinha de trigo mexer com batedor de arame, retirar a panela do fogo e adicionar 1 xícara(s) de chá de leite desnatado mexer sempre para não empelotar, voltar a panela no fogo e juntar o alho-poró e 150 grama(s) de lombo canadense cortado em cubos pequenos deixar encorpar, temperar com 1/2 colher(es) de chá de sal e apenas 2 raladinhas de 1 noz-moscada em grão.

3. Desligar o fogo acrescentar, 1/2 lata(s) de creme de leite light e 1/2 colher(es) de sopa de salsinha picada.

4. Cortar a tampa de 1 pão(es) do tipo italiano redondo retirar o miolo, colocar a sopa dentro e salpicar 1/2 colher(es) de sopa de queijo parmesão ralado.

5. Servir em seguida.

Fonte: site da BBEL



TÁBUA DE QUEIJOS E VINHOS

Quantidade para tábua de queijos e variedade dos queijos:

20% de queijos de mofo branco: o Camembert, o Brie e o Chamois D’Or.

20% de queijos de mofo azul: o Gorgonzola, o Chamois Bleu, o Crem’Azur e o Roquefort.

15% de queijos tipo suíços: o Gruyère, o Fol Epi e o Maasdamer.

20% de queijos suaves: o Gouda, o Itálico, o Saint Paulin, o Lou Palou e o Emmenthal.

15% de queijos de sabor forte: o Port Salut, o Parmesão, o Chavroux, o Provolone, o Cheddar e o Limberger.

10% de queijos cremosos com sabores especiais: o Rambol nas versões Saumon, Fines Herbes, Provençale, Noix e Poivre Vert.

Os tipos de Queijos e seus sabores:

Coloque os queijos sobre cada tábua por tipos e com uma faca, para não confundir aromas e sabores.

Queijos Suaves - Gouda, Minas, Petit-Suisse, Cobocó, Serra da Estrela, Muzzarella, Itálico, Estepe, Savent-Paulin, Edan e os cremosos tipo Catupiry e os requeijões.

Queijos Médios - Gruyère, Emmenthal, Prato, Suíço, Serro, Caccia-Cavallo, Camembert, Dola, os fundidos: Cheddar , Brie, Chevre, Tête-de-Moine.

Queijos Fortes - Provolone, Port-Salut, Parmesão, Pecorino, Gorgonzola, Reino, Parmesão, Roquefort, Taleggio,Tilsit, e os chamados de bola ou de cuia.

Queijos chamados artesanais. Em francês a palavra é fermier, que vem escrita após a marca ou o tipo do queijo.

A combinação com os vinhos:

Brancos Suaves e médios - minas, ricota e boursin (massa mole)

Brancos secos leves – camembert e brie (massa mole, maturados por fungos na superfície)

Brancos secos médios - gouda, estepe (massa firme, maturados).

Brancos médios encorpados - queijos de cabra.

Espumantes e brancos fortes - parmesão e pecorino

Tintos leves (característica de baixo teor alcóolico entre 10 e 11 graus) – gruyère e emmental (semiduros com buracos).

Tintos encorpados (característica com alto teor alcoólico entre 10 a 13,5 graus) – roquefort, gorgonzola port salut, limburgo e provolone.


Fonte: Dicas e receitas



Sunday, May 13, 2012

Paula


Na madrugada de véspera do Dia das Mães, terminei a leitura de um livro que me apaixonei desde a primeira linha. A obra Paula, de Isabel Allende me emocionou pela história e pelas histórias que compõem essa narrativa envolvente.

Em forma de monólogo, Allende começa contando sua vida a filha Paula que em, 1991 teve um ataque de porfíria e ficou paralisada até meados de 1992. A ideia da autora era não deixar que a memória de Paula morresse e, consequentemente a sua foi sendo repensada. Isabel Allende estava em viagem de divulgação de seu terceiro livro, quando recebeu a notícia de que a filha estava enterrada na cama de um hospital na Espanha. Deixando sua vida de lado, ela começou a fazer cartas que pudessem ser lidas por Paula quando o surto estivesse deixado seu corpo. Os discursos foram sendo produzidos até o outono de 1992, na casa da autora, localizada na Califórnia, quando essa fez o impossível para levar ao lar sua filha inerte.

Resgatando suas memórias, para que fossem de conhecimento posterior de Paula, Allende abre o livro de sua vida a partir de horas intensas ao lado da filha. Conta sobre a ditadura que mudou completamente a vida no Chile, como conheceu seu marido, pai de Paula, as aventuras amorosas fora do casamento, a separação e a descoberta de um novo amor, quando nada mais parecia rumar para uma vida a dois.

Allende, que se confunde com a personagem principal do drama, mostra-se como uma mulher em busca de aventuras, a partir de uma criação firme, mas amigável de sua mãe e de seu padrasto. De seus acertos e erros na área do jornalismo de televisão e de revista. Do fruir inexorável de sua escrita, tornando-se, após muitas falhas, dúvidas e desesperos, em uma escritora. Uma mulher, como muitas de nós na contemporaneidade, cravada de dúvidas com relação a sua vida pessoal, mesmo quando tudo parecia ter tomado rumo, e com a vida profissional, mesmo com um emprego em mão. Questionar-se, buscar novos caminhos faz parte do ser humano.

O que me chamou atenção, além da dedicação sem limites pela melhora da filha, uma vez que Allende contratou enfermeiras, médiuns, massagistas, médicos e usou de todas as técnicas tradicionais e alternativas, foi sua ligação com Tata, o avô. Uma ligação que identifiquei com a minha. Vi nela o respeito pelo homem que pode direcionar a vida, dar o conselho certo, na hora certa, mesmo que não seja ouvido, e que passa a ser a base forte da escritora humana, assim como sua mãe. Ligações que parecem comuns, mas nem sempre são e que, durante a leitura, fez me ver na narrativa.

Nas últimas páginas lidas ontem à noite, foi impossível não me emocionar com o final da história. De não imaginar como uma mãe comemora o dia das mães tendo uma lacuna sempre aberta em seu peito. Com certeza um sentimento completamente diverso do filho que hoje não tem sua mãe. Em Paula está retratada a luta de uma mãe, possuidora de um amor incondicional por sua filha, que ultrapassa limites, mesmo quando sabe que nada resultará de forma positiva. Uma luta de apego e desapego. Talvez, a união da narrativa e a data de termino da leitura, tenham me deixado mais sensível ao final da obra. Allende deu continuidade a esse enredo no livro A Soma dos Dias, que irei ler na sequência.

A leitura de Paula é recomendada a todos que desejam passar um tempo ao lado de um belo discurso, cheio de emoção e de histórias possíveis de serem reflexos humanos. 


Sunday, April 22, 2012

Não espere... Mas não espere mesmo!





Um dos maiores problemas com o qual o ser humano pode conviver é a busca de aprovação pela família ou sociedade. 
Provavelmente este sentimento tem origem na maneira como criamos e "levamos" a nossa atual vida. Eventualmente calcada em princípios absurdamente ultrapassados e, portanto, com padrões equivocados para a nossa individualidade e para o momento presente.
Antes era fácil convencer as pessoas através de livros, palavras de comando que gerassem medo. Agora temos acesso a imagens instantâneas. É só acessar o computador e saber interpretar as pesquisas.
A afirmação precisa ter conteúdo que possa ser absorvido pelas mentes sedentas de saber. Estamos na era do conhecimento e da velocidade da informação. 
Porém, é mais fácil seguir. Para que isso aconteça, basta somente ir atrás. É muito mais complicado orientar-se pelas nossas verdades. Não há mais desculpas.
Sabe-se que o Universo existe há BILHÕES de anos e que suas dimensões são absurdas e incomensuravelmente grandes.
Assim, não espere. Vá à luta. 

Busquemos conhecer as verdades efetivas, as que estão ao nosso redor e no Universo. Procuremos cultura e conhecimento. 
Evite seguir. Evite comprar aprovação. Evite fazer-se de vítima. Evite só saber. Evite ter medo. Aplique o seu conhecimento e tenha atitudes. 
Portanto:
Não espere que as coisas aconteçam pela ajuda que um super ser irá lhe proporcionar. Isso é engano. É confundir energia com paternidade.
Não espere que por toda a sua vida papai e mamãe estejam lhe protegendo e fazendo aquilo que compete a você fazer. Isso, esta espera por ajuda, chama-se resultado de adestramento... 
Não espere que as pessoas à sua volta vejam o seu desempenho no momento e na hora que você mais precisa que isso aconteça. Os que vivem em sua volta, na maioria das vezes, gostam de você do jeito que é bom para eles. Poucos sabem entender que cada um tem o seu caminhar e a sua forma de enxergar a vida.
Não espere que as suas verdades, conquistadas com muito esforço, sirvam também para os demais. O processo de aprendizado é individual.
Não espere que o óbvio seja companheiro de todas as suas verdades. Só você vê o mundo da sua maneira. Ninguém trilhou o mesmo caminho que você. 
Não espere que, depois de viver junto com alguém, as coisas possam ficar melhores. Não, não ficam. As pessoas vêm até nós com suas virtudes e seus defeitos. Ninguém consegue ser o que nós esperamos que seja. Por um minuto até pode, mas o dia inteiro não será possível. Ou você aceita a pessoa como ela é ou irá ter problemas de relacionamento. 
Não espere que um dia a pessoa mude e passe a ser como você gostaria que ela fosse. Isso nunca acontece. O caminhar é individual. Até os sete anos se forma a personalidade de cada vida. As pessoas só mudam quando decidem mudar. Ninguém tem o controle da vida do outro.
Não espere que a loteria bata à sua porta. Não existe sorte. Ela só acontece quando merecimento e oportunidade chegam juntos. Portanto, é fundamental saber viver com o que se têm. O segredo é buscar MERECIMENTO.
Não espere que o ano novo seja melhor. Você é quem precisa melhorar a sua forma de ver a vida. Ano Novo sem atitude nova é apenas simples alteração de calendário.
Não espere começar o regime segunda-feira. Você está fora do peso porque não sabe entender a vida ao seu redor. É óbvio que alguém ou algo lhe sufoca. Todo adestrado é um sufocado pela realidade da vida. Não sabe se superar sozinho. É preciso mudar a forma de ver e encarar os problemas que se apresentam em sua vida. Seu único prazer é comer. Que tal trocar este prazer pela descomunal vibração de ser outra pessoa.
Não espere por milagres. Eles só existem para as pessoas que LUTAM e se dedicam, trabalham e possuem postura ativa.
Não espere que seu amigo entenda... Ele vê você exatamente da forma como demonstrou lhe entender e ler. As pessoas se revelam e se mostram nas dificuldades.
Não espere que os amigos de festas venham lhe ajudar, eventualmente, no transporte dos móveis de sua mudança de casa. A expressiva maioria deles não gosta de você. Gosta e aprecia o que você lhes oferece como distração ou alimento.
Não espere ter muitos amigos. Poucos nos aceitam como somos. Poucos têm a energia compatível. Quem é seu amigo não pede as razões e os porquês de você não querer alguma coisa. Simplesmente aceita seu não, por ser seu amigo. Amigo entende.
Não espere que sua vida melhore se você ficar só reclamando, analisando os outros, falando deles e não agindo a seu favor. Ou pior, dando dinheiro para aproveitadores e enganadores.
Não espere que só conhecimento ajude em sua vida. O que lhe ajuda e impulsiona é a sabedoria do conhecimento aplicado. Pare de ler e aplique o que sabe... Isso é saber viver.
Não espere que sua felicidade esteja nas mãos dos outros. Eles também buscam a deles. Felicidade é uma mera combinação de mente aberta com oportunidade escancarada. Ser feliz é uma determinação e não uma busca. Felicidade é essência e não matéria.

Não espere, portanto, que seu bolso lhe traga esta felicidade. A satisfação que emana de um bem, em nossa vida, leva em si poucas horas de prazer. O que não se toca "esconde" a essência da vida feliz. A felicidade está DENTRO de nós. É só saber usar.
Não espere que a viagem sonhada mude a sua vida. É puro engano. Depois da viagem, a realidade de nossos dias retorna. Mudar de vida é mudar valores e, assim, a forma de viver e encarar esta encarnação.
Não espere, portanto, que a mudança aconteça de fora para dentro. Seus valores é que precisam ser questionados, avaliados e eventualmente trocados.
Não espere que ler um livro lhe dê o conhecimento que você precisa para entender uma vida. A vida existe para ser observada, entendida e aplicada.
Não espere que, finalmente, seguir os outros venha lhe dar a paz que você busca. Ela está em seu equilíbrio emocional e na forma como você verbaliza as suas verdades. Eles são a base do seu e do meu plantio.
Sei que nos veremos, menos complicados, é verdade...

Autoria de Saul Brandalise Jr.

Sunday, April 15, 2012

A Pétala Vermelha

Sim, existem forças divinas que nos colocam em situações, em um primeiro momento, negativas. Com o passar do tempo, percebemos que são elas que nos apontam os caminhos, devido aos encontros que são proporcionados nessas ocasiões.

Na obra A Pétala Vermelha, romance espírita de Octavio Augusto, editado pela Lachatre em 2009, mais uma vez essa máxima foi confirmada: do que parece menos, sai o mais.

Renata vivia um romance perturbador com o atual namorado, onde sofria, inclusive, agressões físicas. Artur, seu colega de trabalho, estava apaixonado por ela. Renata queria apresentar o colega para Denise, sua irmã “problema”. Na noite que o encontro não aconteceu, Denise, filha adotada e formanda em arquitetura, foi presa por porte de drogas. O pai de Artur, o advogado Alexandre, ajudou na soltura de Denise. Leônidas, o pai das meninas, que residia em uma fazenda no interior, veio ajudar a filha nessa situação complicada e tentar estimulá-la a parar com o uso de maconha. Além disso, Denise foi intimada a prestar serviços à comunidade, em uma casa de apoio a crianças com câncer e trabalhar junto com a Dra. Beatriz.

Ao organizar um jantar de agradecimento à família de Artur, Renata e Leonidas proporcionaram o encontro entre Denise e o colega de Renata. Assim, aproximaram Rosemeire e Alexandre, que estavam há dois anos separados. Nesses encontros, novos desafios. Denise começou a descobrir sua identidade, a parir de uma intensa amizade com Rosemeire e, em seguida, firmar um romance com Artur. Renata resolveu valorizar-se e terminar o relacionamento violento. Rosemeire descobriu um câncer de mama e enfrentou essa provação com o auxílio do ex-marido. Beatriz e Leonidas não ficaram imunes às forças invisíveis. Havia um alguém trabalhando por aqueles encontros, que era a peça chave de todos os relacionamentos estabelecidos. Um senhor, que tinha embaixo do olho uma mancha como uma pétala vermelha.

Emocionante, verdadeiro, envolvente. Vale ler!



Wednesday, April 04, 2012

Chegando à biblioteca

Não sei vocês, mas eu fico extremamente feliz quando adquiro novos livros. Ok, já deu para perceber que esse é um vício incontrolável que tenho: ler.
Na minha vida de leitora, já perpassei por vários estilos literários. Já li auto-ajuda (sim e fiz post aqui no blog), já li romances água com açúcar, já li narrativas tristes, obras espíritas – e amo lê-las, biografias, histórias de perdas, de ganhos, de união, desunião, enfim...

Autores são muitos. Alguns, me deixam na espera do próximo lançamento, como foi o caso da minha última paixão: Carlos Ruiz Zafón. Outros, mais tradicionais como Mário Vargas Llosa sempre estarão cotados para uma boa leitura. Nesse patamar poderia citar ainda as heranças de Tomas Mann, Ernest Hemingway, Morris West, e sim, Sidney Sheldon. José Saramago, Machado de Assis, Virginia Wolf, Jane Austin, ih... Muitos! E há os que ainda encontram-se entre nós e que garantem uma ótima leitura, como é o caso de Gabriel Garcia Marquez. Eu tinha ido apenas comprar um papel de presente, para fazer o embrulho de um livro, claro, que presentearei uma grande amiga, devoradora de letras, como eu. À ela vai um Isabel Allende. Mas não resisti. Visitei as prateleiras, mesmo me concentrando para ir APENAS à parte de papelaria. Deparei-me com duas obras do Gabo que faltavam na minha coleção: “Crônica de uma morte anunciada” e “Do amor e outros demônios”. Na orelha do primeiro livro, consta que a narrativa é a montagem de um quebra-cabeça, cujas peças vão sendo encaixadas através da superposição de versões das testemunhas que estiveram próximas a Santiago Nasar, no último dia de sua vida. Mistério, ok. Adoro! Quando desvendar esse discurso, posto aqui. Já a orelha do segundo livro explica que o roteiro datado do ano de 1949, sendo levado a cabo no século XVIII, traça linhas onde Gabo vai compondo uma história de amor cercada de mistério, sortilégio e feitiçaria, tendo como fim um processo instaurado pela Inquisição. A história envolve uma adolescente, filha única de um marquês e criada em meio a crenças africanas e, um padre espanhol, que tem como finalidade exorcizar os demônios que acreditar ter possuído a menina. Postarei minhas impressões sobre esse discurso, obviamente, após efetivar a leitura. E, pelo previsto na sinopse, acho que começarei por este.

Mas, meus olhos ávidos por livros, não terminaram sua busca em Gabo. Apostei, ainda, em Daniel Pennac, e seu “Como um romance”. Nunca li esse autor, e o livro de bolso da L&PM Pocket traz em sua contra capa os direitos do leitor, além de explicar ser essa uma obra ensaística, que apresenta a magia da leitura e a perda dessa magia quando, na infância, o livro deixa de ser um prazer para ser uma tortura nas classes escolares. Assim, por meio de um discurso romanceado ao pé da cama, o autor resgata o personagem em sua infância, re-depositando o prazer das letras.
E, finalizando, “Sob o sol de Toscana”, de Frances Mayes. Essa obra deu origem ao filme de mesmo nome, o qual sou apaixonada, e que me motivou a adquirir o livro. Nessa narrativa, Frances apresenta o mundo que descobriu quando comprou e reformou uma casa de campo abandonada, no interior da Toscana. Durante o crescimento discursivo, vem a tona não só o cotidiano, como as descobertas da cidade e da região onde está, agora, enraizando sua vida. Vale muito a pena conferir a película. Eu já assisti mais de cinco vezes e não me canso. Aposto em mais detalhes apaixonantes agora na “devoração” do livro.

E, contente vou hoje para casa, com meus novos amigos nas mãos, que já fazem parte de minha pequena coleção de livros. Com certeza esse será um bom legado aos meus filhos!



Tuesday, April 03, 2012

Lançamento de livro

Liniane Haag Brum traça o perfil do militante comunista Cilon Cunha Brum, desaparecido durante a Guerrilha do Araguaia
Publicitária e editora na TV Cultura, Liniane Haag Brum lança, nesta terça-feira, 03, o livro ‘Antes do passado - O silêncio que vem do Araguaia’. A sessão de autógrafos será na Livraria Cultura do Bourbon Shopping Country, às 18h30. A obra traça o perfil de Cilon Cunha Brum, militante comunista que deixou a faculdade para combater o regime militar na Guerrilha do Araguaia e nunca mais voltou. ‘Antes do passado’ esclarece o momento da história brasileira pelo ponto de vista do núcleo familiar, com o objetivo de não cair no embate ideológico entre esquerda e direita, civis e militares, vítimas e algozes.

Durante quase 20 anos, Liniane, a afilhada de Cilon, refez o percurso do padrinho - visto pela última vez em 9 de junho de 1971 -, revirando arquivos e entrevistando pessoas que o conheceram. Os acontecimentos são narrados em crônicas - escritas a partir de depoimentos, recortes de jornal, fotos e documentos - e cartas endereçadas à avó Lóia, mãe de Cilon. O resultado é uma prosa, que revela a história da família é o momento do País.

Nascida em Porto Alegre, em 1971, Liniane é formada pela PUC do Rio Grande do Sul, atuou como publicitária e professora universitária. Foi produtora, editora e roteirista em dezenas de produções audiovisuais para o cinema e a televisão. Desde 1995, vive em São Paulo, onde trabalha como editora na TV Cultura.



Fonte: coletiva.net

Wednesday, March 21, 2012

Encontro apresenta FestPoa Literária

Debates, leituras, oficinas, espetáculos teatrais e musicais compõem a programação do festival
Acontece no sábado, 31, a pré-estreia da 5ª edição da FestPoa Literária, realizado pelo jornal Vaia. O evento, que ocorre na Casa de Cultura Mario Quintana, contará com a presença das poetisas Marina Colasanti e da jornalista e escritora Martha Medeiros. Na ocasião, será divulgada a programação completa do festival. Também haverá bate-papo, leitura de poemas, homenagens a Tânia Rösing, Sérgio Vaz e Marcelino Freire e lançamento de livros.

Também será divulgada a programação completa da FestiPoa Literária, que ocorre entre 18 e 28 de abril e terá o dramaturgo, tradutor e ficcionista Ivo Bender como escritor homenageado. O festival reunirá centena de convidados em uma programação artística variada – tendo a presença de autores que acabaram de estrear até nomes consagrados e premiados, nacional e internacionalmente – para debater e refletir sobre a produção literária contemporânea. Estão previstos leituras, lançamentos, oficinas, exposições, shows, espetáculos de teatro, filmes, saraus, debates e performances. Toda programação tem entrada franca. Mais informações estão disponíveis no blog


Fonte: Coletiva.net

Tuesday, March 20, 2012

Pimentta do Reino: Deturpando sentidos

Pimentta do Reino: Deturpando sentidos: Há tempos sem publicar aqui no blog , resolvi me inspirar, nessa manhã chuvosa, e tratar de algo que, a meu ver, tanto como Relações Pública...

Estreia hoje o ‘Livros que amei’

Programa que vai ao ar no Canal Futura apresenta convidados ilustres que falarão sobre suas experiências literárias


 
Hoje, 20, às 22h30, estreia o programa “Livros que amei” no Canal Futura. Ao todo, serão 13 episódios, com duração de 30 minutos cada, exibidos sempre às terças-feiras. O programa vai apresentar obras literárias que marcaram a vida de personalidades e a relação que as mesmas mantêm com o universo da leitura. Neste primeiro programa, os convidados são o compositor Fausto Fawcett, o escritor Luiz Carlos Maciel e o filósofo José Thomaz Brum. Eles falarão sobre suas experiências com as leituras de Trópico de Capricórnio, de Henry Miller, Eu e outras poesias, de Augusto dos Anjos, e Breviário de Decomposição, de Emile Cioran.Além dos leitores, os episódios têm participação de comentadores encarregados de fazer as apreciações críticas e comentários especializados. Para os próximos três episódios, os convidados são os seguintes:
27 de março:
Convidado (a): Manaíra Carneiro
Livros:O manifesto comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels, Antologia poética, de Vinícius de Morais, eA via crucis do corpo, de Clarice Lispector
Comentadores: A diretora editorial da Nova Fronteira, Leila Name, o crítico literário José Castello, e o escritor Eucanaã Ferraz
3 de abril :
Convidado (a): Sérgio Sant'Anna
Livros:234, de Dalton Trevisan, Formas breves, de Ricardo Piglia e Marcel Duchamp: engenheiro do tempo perdido, de Pierre Cabanne
Comentadores: O escritor Karl Erik e o crítico de arte Paulo Venâncio Filho
10 de abril:
Convidado (a): Juliana Galdino
Livros:Prometeu acorrentado, de Ésquilo; Um médico rural, de Franz Kafka, e O poder do mito, de Joseph Campbell

Comentadores: O filósofo Roberto Machado, o romancista Alberto da Costa e Silva e a professora de estética da Pontifícia Universidade Católica (PUC/RJ) Rosangela Nunes 



Fonte: PublishNews - 20/03/2012