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Professora, Jornalista, Relações Públicas e Mestre em Comunicação Social. Apaixonada pela comunicação e pelo imaginário humano e cultural.

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Wednesday, August 11, 2010

Caminhos na ADPPUCRS

Amanhã, dia 11 de agosto, a partir das 18h, na sede da ADPPUCRS, Brasílio Ricardo da Silva, professor e diretor da Associação, fará uma palestra sobre sua experiência no Caminho de Santiago de Compostela.
Há um ano ele realizou o sonho de fazer o caminho. Apenas de mochila e de posse de seu cajado, chapéu do Inter e saudades no peito, mais de 30 dias ele esteve em peregrinação.
Na palestra de amanhã ele conta os casos mais marcantes desta tragetória.
O que? Os Caminhos de Santiago de Compostela
Quando? Dia 12 de agosto
Horário: 18h
Onde? Avenida Ipiranga, 6681, prédio 7 sala 102 - PUCRS/ADPPUCRS
Quem? Professor e Diretor Tesoureiro da ADPPUCRS Brasílio RicardoA

Sunday, August 08, 2010

Heróis e bandidos

Por Bruna Silveira



A cada segundo domingo do ano, do mês de agosto, é dia de lembrar deles. Aqueles que mesmo sem útero, nos deram a vida, a oportunidade de vir ao planeta azulzinho e sermos alguém.


Alguns filhos não contam mais com sua presença física, alguns nunca os conhecerem e algumas pessoas felizes, como eu, ainda podem dar um abraço no “velho” neste dia.


Tirando a corrida comercial da data, pois quem tem pai todos os dias têm privilégio de poder abraçá-lo. Quem já teve, sabe que o dia é um mero detalhe. Mas o fato é: sempre iremos dedicar a eles uma atenção especial.

Em minha opinião, no meio de tantos que no Dia dos Pais publicam textos, o importante mesmo é o que eles deixam em nós. Clichê ou não, isso é verdade. Tem gente por ai que tem pai que nem presta atenção neles ou tem pessoas insensíveis que não dão à mínima atenção a figura masculina em nenhum dia do ano e tão pouco no dia de hoje.


Eu tive heróis e bandidos. Digo no plural pois meu avô foi um pai também. Sim, tive a sorte de ter dois. Hoje, o seu Paulo já habita outros orbes da vida, mas me ensinou a ser uma pessoa amorosa, me deu muitos abraços, me ensinou a amarrar os cadarços dos tênis, a jogar bola e a ver futebol. A ver corrida nas manhãs de domingo, a comer pinhão. Era dele a melhor mão do mundo, que afagava meus cabelos, mesmo quando ele não conseguia mais sair da cama, mas jamais deixava de ofertar carinho, amor e atenção. Era a primeira pessoa que eu corrida para ver ao chegar, quem eu cortava as unhas e fazia a barba. Quem me deixava de bunda para cima procurando a lente de contato que perdia sistematicamente e me pedia branquinho escondido. Ele deixou tatuado em minha alma seus ensinamentos de amor, de vida e de morte. Hoje nos encontramos de outra forma, nos amamos de outra maneira e ainda recebo muito cafuné na cabeça.


Já meu pai biológico e presente até os dias de hoje, me ensinou a ser alguém. Mesmo por toda sua ausência em minha infância, por todo o silêncio exigido nos finais de semana para que ele pudesse corrigir provas ele me ensinou a vida. A vida como ela é. Era quem eu esperava ansiosamente chegar todas as noites, que o sono por muitas vezes me fazia perder. Não era aquele que me dava abraços infinitos, mas que a sua maneira me ensinou a amar, me deu amor, me oportunizou a vida e está ao meu lado, até hoje, me ensinando que o tempo, pois é, este é um mero detalhe. Ao seu lado, momentos de gloria foram divididos, como minhas duas formações, momentos de dor, quando eu soube de sua doença e pensei que ele sucumbiria em depressão profunda. Ah, neste dia o subestimei: ele deu a volta por cima, sozinho e mostrou que devemos nos superar todos os dias, em todos os instantes e em todos os aspectos.


Mesmo ele tentando me fazer uma mini cópia dele, em alguns pontos ele falhou. Eu não optei pelas mesmas atividades, pelo mesmo jeito de fazer negócio. Mas optei por me espelhar em sua garra, em sua ética e honestidade, na escola da vida que ele me deu, em casa e em sala de aula, quando então ali, em classe, éramos apenas professor e aluna, mesmo sabendo que nossa ligação ia além e que até o ritmo de nossa respiração era o mesmo naqueles momentos e o são até hoje. Ele me conduziu a vida, ao mercado e ao amor, do seu jeito.


Com ele aprendi que não há limite para a superação, que uma mulher não é o sexo frágil e não pode entregar a sua vida na mão de um ser humano do sexo oposto. Com ele aprendi a trabalhar, a construir sonhos e a realizá-los. Entendi que uma das coisas mais prazerosas da vida é sermos feliz com nossas escolhas, sejam elas profissionais ou pessoais, mas mesmo que pareçam certas e depois não sejam, o importante é arriscar.


Aprendi que ensinar é a melhor cachaça do mundo e que as perdas nos trazem grandes oportunidades e que não se chamam derrotas e sim um novo começo.


Com o tempo também aprendi a olhar para ele como pai, como ser humano frágil que somos, frente às diversidades da vida. E mesmo olhando em seus olhos a decepção, via em seu rosto a serenidade da certeza de um dia após o outro. Afinal, um homem que veio sem recurso algum do Alegrete/RS e construiu a vida que construiu, não pode se entregar pros homens. E ele não se entrega. E isso é meu maior exemplo. É sermos mais do que podemos, fazermos mais do que está em nosso alcance e não desistir no primeiro obstáculo.


Sem ele, com certeza eu não seria nem metade do que sou hoje. Pois assim como ele me inspirou nas estradas da vida, também me mostrou aquilo que não quero para mim. Pai não é perfeito, é ser humano. Ele também foi meu bandido, e como sou dotada de livre arbítrio, também escolho deixar de fora de minha estrada aquilo que eu hoje penso não ser bacana. Afinal, ele me ensinou a pensar sozinha e não ser influenciada por ninguém.


Com seus 6.8, seu Fernando manda bem ainda em salas de aula, em casa, como pai, marido e, ele deseja que logo mais, como avô. Para isso deixo aos seus cuidados o Kikito, meu mascote de estimação. E hoje, mais do que nunca, desejo que eu seja como ele, seja uma professora da vida igual a ele. Alguém que vai além dos muros da escola, além do que se pode medir.

Hoje é o dia dos heróis, dos bandidos, de mães que se fazem de pai, de pais que às vezes também são mães, mas que estão unidos a seus filhos pelo amor, pela vida e pela eternidade.




Thursday, August 05, 2010

Amigas

Mais uma poesia do meu primo Carlo Giacomoni. Esta traz em seu conjunto de letras, um sarcasmo sutil, como ele mesmo define.

Apreciem sem moderação!

A Lúcia luziu
E a Ana não viu.
A Lúcia caiu sentada na estrada
E a Ana não viu.

A Lúcia viu que seu amor partiu passou
E a Ana não viu, lamentou.
A Lúcia brigou, chorou, praguejou e se calou.
Mas a Ana fingiu que não viu e sorriu.

Carlo Giacomoni, 1996

VIDA PASSAGEIRA

Acabo de ler o texto abaixo no blog do jornalista Lineu Contrim.
Todas as mensagens postadas por ele são excelentes, mas esta, hoje em especial me tocou.
Agradeço ao Lineu por criar aquele espaço em que tantas e tantas vezes vou buscar auxilio.

Apreciem sem moderação o texto abaixo:



Vida Passageira



Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe advinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.
E descuidamos, Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Entristecemos-nos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, às vezes anos. Calamos-nos quando deveríamos falar, falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos acostumados com isso”; não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.
Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos para trás. E então nos perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.
Pense...! Não perca mais...!

[Alguém]

Sunday, July 25, 2010

Coração Louco

Por Bruna Silveira

Para mim o titulo deste filme vale só pelo enredo que ele traz. Não por ser a história de um cantor country, que esta com a carreira em baixa e vive caindo de bêbado, e sim, pela mensagem final do filme: a superação.




Bad Blake, cantor e compositor de sucesso, está com a carreira em decadência. Seus mil casamentos não deram certo e ele, sozinho, pega a estrada e canta em bares de cidades do interior dos Estados Unidos.

A vida, que passa a reduzir-se a shows baratos, começa a ter um sentido maior quando Bad conhece Jean, uma jornalista 20 anos mais nova do que ele.






Com o auxílio de Tommy Sweet, astro da música country em alta, Bad começa a compor. Mas, como o vício da bebida ainda é muito presente em sua vida, ele segue nesta vida sem rumo.

Ao voltar à sua cidade, meses depois recebe a visita de Jean e seu filho de quatro anos, por quem Bad se afeiçoou. Mas, devido as paradinhas para molhar o bico, ele perde o menino no meio da cidade. Após o resgate, Jean sai da vida dele assim como entrou: rapidamente.

Depressivo, apreensivo e se dando por conta que a vida não pode continuar como está, Bad passa a participar de um grupo de Alcoólicos Anônimos. Após meses de superação e composição de músicas, Bad procura Jean. O amor que impulsionou a reviravolta na vida do cantor não é mais possível a ele. E, com tudo que aprendeu, principalmente a viver um dia de cada vez, Bad segue sua vida, sóbrio, sem o amor de Jean mas com a certeza de que vale a pena rever velhos conceitos.


O filme Coração Louco é dirigido por Scott Cooper. O drama foi lançando em 2009 e mostra que algumas vezes vale a pensa sim correr os riscos que o amor pode trazer e aprender no meio da maior tormenta.

Thursday, July 22, 2010

Na beira do mar *

Sulcos rasgados na rua.



Você é apenas

Mais um corpo

Que tomba.

Caída no areal.

Na beira do mar,

Sob os olhos do céu,

Sobre a pele da terra.



Por onde vertem as lágrimas.



Eu sou apenas

Mais um corpo

Que tomba.

Caído no areal.

Na beira do mar,

Sob os olhos do céu,

Sobre a pele da terra.



Afloram as lembranças.


Você é apenas

Mais um corpoQue tomba.

Caída no areal.Na beira do mar,

Sob os olhos do céu,

Sobre a pele da terra.



Abrindo as cicatrizes.


Eu sou apenas

Mais um corpo

Que tomba.

Caído no areal.

Na beira do céu,

Sob os olhos da terra,

Sobre a pele do mar.



* Carlo Giacomoni
escrita em 1994

(Meu primo. Me orgulhei do poema bonito!)

Monday, July 19, 2010

Levante esta bandeira

Por Bruna Silveira



Desde criança, quando então comecei a me entender por gente, levantei a bandeira contra o aborto. Questões de vida passada? Pode ser. O fato é: aborto é crime! Não temos o direito de tirar a vida de um ser humano, mesmo ainda em gestação. Engana-se quem pensa que não existe alma ali, existe sim, ansiosa por nascer. E, de alguma forma aquela mãe aceitou dar a oportunidade de vida a este ser. Então... Aborto é crime tanto judicialmente quanto perante a lei divina.

O Código Penal de 1940, no artigo reproduzido abaixo, diz o seguinte:

Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:

Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.


Portanto: mãe e médico estão deverão responder judicialmente caso façam o aborto por mera vontade não porque há risco durante a gestação.

Caso a prática não tenha o objetivo apresentado na lei abaixo, caracteriza-se como crime:

Em seu artigo 128, diz o seguinte: "não se pune o aborto se não há outro meio de salvar a vida da gestante e ou se a gravidez resulta de estupro".


Em vista disto, os parlamentares elaboraram o projeto de lei 20/91, que regulamenta o seu atendimento na rede pública de saúde.


Porém, crime ou não, o ser humano tem direito a vida. Pense nisso e levante também esta bandeira, diga NÃO AO ABORTO!



Transição planetária: o novo mundo está nascendo! - Bruno J. Gimenes

Transição planetária: o novo mundo está nascendo! - Bruno J. Gimenes

Thursday, July 15, 2010

Aborto não realizado *




A gravidez veio na hora indesejada, lembrava-se Laura.

Veio na hora errada e ainda trazia riscos de várias ordens.

A saúde debilitada, problemas familiares, o desemprego...

Seu primeiro impulso foi o aborto. Tomou uns chás que, em vez de resolver, a debilitaram ainda mais.

Recuperada, buscou uma dessas pessoas que arrancam, ainda no ventre, o chamado problema das mães que não desejam levar adiante a gestação.

Naquele dia, a parteira havia adoecido e faltara.

Laura voltou para casa preocupada, mil situações lhe passavam pela mente.

À noite, deitou-se e custou a adormecer, mas foi vencida pelo sono. No sonho, viu um belo jovem pedindo-lhe algo que, na manhã seguinte não soube definir.

Durante todo o dia não conseguiu tirar aquela imagem da mente, de sorte que esqueceu a gravidez.

Na noite seguinte voltou a sonhar com o mesmo jovem, só que acordou com a agradável sensação de tão doce quanto agradável Obrigado.

Era como se ainda visse seus lábios pronunciando palavras de agradecimento, enquanto de seu coração irradiava uma paz indefinível.

Desistiu do aborto.

Enfrentou tudo, superou todos os riscos e saiu vitoriosa...

Hoje, passados 23 anos do episódio, ouve emocionada seu belo e jovem filho pronunciar, do púlpito da solenidade de sua formatura, ante uma extasiada multidão:

...Agradeço sobretudo à minha mãe, que me alimentou o corpo e o Espírito, dando-me não só comida, mas carinho, companhia, amor e, principalmente, vida.

E, olhando-a nos olhos, o filho pronunciou, num tom inconfundível:

Obrigado!

Ela não teve dúvidas. Foi o mesmo Obrigado, doce e agradável de um sonho, há 23 anos...

* * *

A mulher que nega o ventre ao filho que Deus lhe confia, nega a si mesma a oportunidade de ouvir a cantiga alegre da criança indefesa a rogar-lhe carinho e proteção.

Perde a oportunidade de dar à luz um Espírito sedento de evolução, rogando-lhe uma chance de reencarnar, para juntos superarem dificuldades e estreitarem laços de amizade e afeto.

Se você, mulher, está passando pela mesma situação de Laura, mire-se no seu exemplo e permita-se ser mãe.

Permita-se sentir, daqui alguns meses, o agradecimento no olhar do pequenino que lhe roga o calor do colo e uma chance de viver.

Conceda-se a alegria de, daqui alguns anos, ornamentar o pescoço com a jóia mais valiosa da face da Terra: os bracinhos frágeis da criança, num abraço carinhoso a lhe dizer:

Obrigado, mamãe, por ter me permitido nascer e crescer, e fazer parte desse Mundo negado a tantos filhos de Deus.

* * *

Todos nós voltaremos a nascer um dia...

Se continuarmos negando oportunidades de reencarnação aos Espíritos com os quais nos comprometemos antes do berço, talvez estejamos negando a nós mesmos a chance de uma mãe ou pai, no futuro.

Pensemos nisso!




* Redação do Momento Espírita, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho 1997.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 3, ed. Fep.
Em 22.04.2009.


Tuesday, July 13, 2010

Por Bruna Silveira








A flor de magnólia é nativa de zonas temperadas do hemisfério norte. As árvores, que produzem grandes flores brancas ou rosadas, apresentam para a ciência botânica estruturas reprodutivas antagônicas. De aroma adocicado, a flor de magnólia significa “amor a natureza” e “simpatia”.

Tão linda e delicada quanto esta planta, e tão antagônica quanto as essências reprodutivas desta árvore, é a história da obra espiritual Perfume de Magnólia, recebido por inspiração por Clotilde M. de S. Fascioni.

O livro, que trata de almas gêmeas, nos trás a história de Ângela e Leon. Dois encarnados que não se conhecem nesta vida mas, por meio de regressões espontâneas veem-se em outras vidas juntos. Como seres que desta vez merecem, através da vontade da justiça divina se reencontrar, viver um lindo amor e crescerem juntos dentro dos ditames da caridade proposta por Cristo, eles fazem o trabalho inesperado como a reprodução das magnólias.

Em uma história de reencontro fascinante, o leitor fica angustiado por ler que justamente quando Ângela se afasta dos amigos para buscar suas respostas, Leon entra para a turma. Ângela estava saindo de um noivado incerto e Leon acabara de se separar de um casamento de mais de 10 anos. O reencontro está escrito nas estrelas e acontece de forma inusitada.

Ao terminar de ler a obra, confesso que achei interessante como o universo conspira para que as coisas aconteçam, quando de fato elas precisam acontecer. Só não estou bem certa, ou melhor, convencida ainda, sobre esta questão de almas gêmeas. Afinal, todos temos nosso livre arbítrio e justamente por o utilizarmos, traçamos caminhos que nos afastam do amor verdadeiro e incondicional. Ou então nos enganamos, neste mundo materialista, do que de fato é uma alma gêmea.

O que eu percebo é que de fato os seres humanos andam tão egoístas, vivendo somente para seus interesses que não enxergam o amor, nem em pequenas coisas nem quando ele é ofertado por “um outro” alguém.

Em uma época que se fala em mudanças, as pessoas ainda preferem a quantidade do que a qualidade. E isso vai do livre arbítrio de cada um.




Sunday, July 11, 2010

Trilogia Temática

Por Bruna Silveira


Ninguém melhor que um ser que possui uma visão de fora do mundo terreno. Lucios, ao apresentar a Trilogia Temática, composta pelas obras Despedindo-se da Terra, Esculpindo o Próprio Destino e Herdeiros do Novo Mundo, trás a tona questões urgentes para que o planeta azulzinho transforme-se em um lugar melhor. Porém, todos os avanços dependem de cada um.




Na primeira obra, Despedindo-se da Terra, o foco gira em torno das trapaças profissionais, relacionamentos amorosos, promiscuidade, materialismo e demais temas, trazendo o esclarecimento de como cada atitude que tomamos estando encarnados são avaliados pelo mundo espiritual, uma vez que, programada está a limpeza da terra, que se tornará um local habitado por pessoas com verdadeira vontade de mudar.





Na segunda obra, Esculpindo o Próprio Destino, o literato do além traz para a discussão temas como o câncer, o destino dos políticos ao desencarna, a Lei do Ventre Livre e de que forma nos deixamos envolver por forças invisíveis que estão contra a evolução. A obra dá o que pensar para aqueles que não querem perder sua passagem terrena, que pode ser a última, de acordo com suas atitudes.







E na obra que completa a Trilogia Temática, Herdeiros do Novo Mundo, Lucios traz no livro atividades realizadas pelos espíritos Bezerra de Menezes, Jerônimo e Adelino, que oportunizam a apresentação de importantes momentos e escolhas vividos pelos encarnados, revelando o processo de separação do Joio do Trigo, o que tanto Jesus falou em seu evangelho. Este processo já em andamento. Além disso, a obra trás comentários sobre as circunstâncias de vida que sejam mais ou menos favoráveis à construção de um futuro melhor, nos instantes cruciais da seleção espiritual predita.


Quem busca realmente melhorar-se não pode deixar de ler esta Trilogia que nos faz pensar de forma tão intensa e surpreende.



Mais informações:

Trilogia Temática
Ditada por Lucios
Médium: André Luiz Ruiz
Editora: IDE - Instituto de Difusão Espirita.

Obras:

Despedindo-se da Terra
Esculpindo o próprio destino
Herdeiros do novo mundo

Thursday, July 08, 2010

Entre queijos e vinhos

Uma aula diferenciada foi proposta para os alunos do curso de Pós-graduação da Faculdade de Tecnologia SENAC-RS. Entre brindes e observações a noite contribui para uma visão abrangente do mercado de eventos.

A turma do curso de Pós-Graduação em Gestão, Planejamento e Organização em Eventos da Faculdade de Tecnologia Senac de Porto Alegre participou de uma aula de marketing de eventos diferente. Entre queijos, vinhos e espumantes, o grupo, na noite de 06 de julho, esteve no XII Festival de Queijos & Vinhos do Big Cristal.

Dentre as atividades da noite, organizada pelo coordenador do curso de Pós-Graduação da Fatec Poa, Fabrício Silveira de Souza e, sob a supervisão do professor da cadeira de Marketing de Eventos, José Fernando Fonseca da Silveira, os 18 alunos presentes avaliaram a disposição dos stands, as degustações oferecidas, e ainda os trabalhos de promoção e organização do evento como um todo.

Para fechar a noite, com chave de ouro, os alunos fizeram um bate babo com Pascoal, diretor da Fenix Produções e Marketing, organizadora do Festival de Queijos & Vinhos do Big desde 1998, regado por vinho, obviamente, acompanhado de queijos, salames e petiscos.

Dentre os assuntos discutidos durante 2 horas, Pascoal explicou que o Estado do Rio Grande do Sul conta hoje, com 722 vinícolas, sendo responsável por 96% da produção de vinhos nacionais. Porém, ele apontou como uma das dificuldades do setor o valor do imposto cobrado pela garrafa de vinho. “Diferenciando dos 20% do imposto das bebidas importadas, aos vinhos brasileiros a percentagem é de 47%, dificultando muito o trabalho de comercialização”, explica. Porém complementa explanando que, no hipermercado Big Crista, a venda de vinhos nacionais é contabilizado em 60% a mais que demais produtos internacionais desta categoria.

Com investimento em 2010 em torno de 150.000,00 reais em campanha publicitária para a divulgação do evento, o Big afirma-se com esta ação como uma das empresas coordenadas pelo Wallmart, como um dos eventos mais importantes do Brasil.

“O vinho une as pessoas, é a bebida da alegria e está sempre ligada ao sucesso e ao glamour”, comenta Pascoal, que convidou a turma para organizar um passeio para conhecer as vinícolas da Região da Serra do Estado e presenciar a montagem de um evento.
Por Bruna Silveira
Relações Públicas e Jornalista
* Confira abaixo os momentos.

Turma Pós-graduação de gestão, planejamento e organização em eventos

Alunos da Fatec POA
XII Festival de Queijos & Vinhos do Big













































































Fotos: Bruna Silveira

Evento realizado em 06 de julho de 2010

Monday, July 05, 2010

Pink Floyd - Wish You Were Here - Live (Pulse)

Saudades boas

Por Bruna Silveira


Há 14 anos não conto mais com o toque físico do meu velho avô Paulo. Hoje este dia se transforma em luto, mesmo um luto leve, mas um luto. Independente de nossos contatos por meio do mundo astral, como estou humana, sinto falta dos dedos longos a me alisar os cabelos, do sorriso largo de todas as manhãs, tardes e noites e, por tudo que dele em mim ficou.

Homem que me ensinou a amar, a respeitar e a ter medo dos vivos e não dos mortos, foi minha ponte para conhecer o espiritismo. Mesmo eu nunca tendo contado para ele isso em vida, sei que hoje ele sabe que, quando o via doente, me questionava para onde ele iria ao partir da terra. Busquei resposta e encontrei o meu caminho e o dele. Nossa dança das almas hoje está em outras paragens. Encontramos-nos quando vou, nos encontramos quando ele vem. E hoje sou de muito ele, de muito dele e sempre estará gravado em minha alma o que ele me ensinou, o que ele me deu de bom e o que sempre que pode me dá.

Hoje sei que ele se faz mais necessário lá do que aqui. Uma alma como a dele tem muitas coisas a fazer, muito mais do que ouvir meu lamentoso choramingo de saudades. Mas, como o amor incondicional e verdadeiro liga as pessoas, estamos nós ligados pelo fio do amor limpo, que faz crescer e que traz a paz.

No dia de hoje, não uma homenagem ecumênica, mas homenagem ao grande homem de muitas vidas que tive, desta vida e das próximas. Algo que não cabe em palavras, textos e demais expressões visíveis. E, como dizia um pedaço da música que escutava no dia em que ele partiu: “A riqueza que nós temos ninguém consegue perceber. E de pensar nisso tudo, eu homem feito, tive medo e não consegui dormir... Vamos lá, tudo bem, eu só quero é me distrair, esquecer desta noite, ter um lugar legal pra ir, já entregamos o alvo e a artilharia, comparamos nossas vidas, esperamos que um dia nossas vidas possam se encontrar”. [Legião Urbana, teatro dos vampiros]. E irão, como já estão, ligadas pelo coração.

Ainda há outra música que me remete muito a ele. Na seqüência a reprodução do vídeo aqui.

Ao meu grande homem, meu muito obrigada por todos os dias. Que a luz do pai maior brilhe sobre ele em todos os seus passos e instantes.

AMO-TE Paulinho!

Thursday, July 01, 2010

Show do Chico

Por Bruna Silveira





A Associação Beneficente Francisco de Assis – o Chico – participou, na tarde de do domingo, 27 de junho, do Show do Quilo. O evento sócio-cultural, filantrópico, que está em sua 29ª edição, tem como objetivo atender comunidades e entidades carentes da cidade de Porto Alegre, a partir da arrecadação de alimentos não perecíveis e, eventualmente, agasalhos. A entrada vale um quilo de alimento não perecível.



Este ano, o Chico – o nosso Chico – foi beneficiado e participou do evento. A arrecadação foi de 440 quilos de alimentos. O prêmio será destinado ás mais de 10 famílias que fazem parte do projeto do Rancho do Chico, realizado mensalmente.


Para conhecer o trabalho do Chico, fazer doações ou ser um voluntário pode fazer contato pelos telefones: 3322. 6444 ou 3322. 6415. Ou vá direto na rua Luiza Rocco, 62, bairro glória.



























Monday, June 28, 2010

Fazem a diferença

Por Bruna Silveira


Apenas três letrinhas podem fazer toda a diferença para o dia e a semana de uma mulher. A tão famosa Tensão Pré Menstrual – TPM - tira quem sofre deste mal, de órbita. Sei que muitas mulheres não passam por isso, mas eu sofro e muito.

É retenção de líquidos por todo o corpo, o que garante uma silhueta nada agradável, é falta de vontade de fazer as coisas – sim, já saiu uma matéria no Fantástico mostrando que as mulheres perdem o rendimento durante este período do mês – é vontade de chorar, chorar por nada, chorar por tudo. É raiva, raiva de levantar, das pessoas que passam na frente e daquelas que não passam, raiva se o motorista demora um segundo a mais para dar a arrancada, enfim, tudo é motivo para explosão.

Como estou, nesta semana, passando por isso, não sei se não seria o caso de rever porque isso incomoda tanto. Eu, particularmente, costumo dizer coisas nestes períodos que me arrependo, por outro lado, me vejo tomada por uma força cavalar para poder dizer o que queria há muito colocar para fora e não consigo. Vejo nestes dias, meu mundo desmoronar, meus fracassos parecem maiores, minhas dores e perdas se fazem mais sentidas e presentes. Choro como uma menina que não ganhou o doce que desejava. Mas seria isso apenas conseqüência dos hormônios em ação ou, como ficamos mais sensíveis, vemos as coisas com mais clareza?

Dois pesos, duas medidas. Nestes dias, nem é bom se aproximar de ninguém, não é recomendável mexer em situações que ainda estão prontas para serem resolvidas. Das duas uma: ou nada será resolvido ainda, ou você mesmo colocará tudo a perder.

Nestes dias, talvez flores ajudassem, talvez carinho e respeito. Afinal, são apenas três ou quatro dias para que as pessoas a nossa volta aguentem o azedume. No meu caso é o azedume e a sensibilidade. Posso morrer de tanto odiar, no segundo seguinte morro de tanto chorar.

Após este período, costumo pedir desculpas a todos que conheço e cruzaram meu caminho nos fatídicos dias de TPM. Desde já, desculpem qualquer coisa.
Provável que após eu escrever e postar este texto, sentirei um ódio subido por quem de mim se aproximar e pode ser que meu dia termine banhado em lágrimas, lagrimas por todas as dores que choro com mais intensidade neste dias, pelo que não tenho, pelo que gostaria de ter e não é meu e pelo que nem sei. Mas, passada a tempestade, vem à bonança e consigo ver as coisas com mais clareza, descer do meu pedestal leonino de ouro e ser humilde pedindo desculpas a quem magoei.

Sunday, June 27, 2010

Todos temos segredos...

Por Bruna Silveira



Para quem acredita em reencarnação, assim como eu, é bem possível que nesta vida você esteja refazendo caminhos e passando por situações que fez outras pessoas passarem. A lei do retorno vem tanto de forma positiva, quanto no formato de entraves que precisamos vencer, sem cometer os mesmos comportamentos. Segredos? Todos temos, faz parte da vida, e qual o problema? Ruim é quando não corrigimos os segredos carregados de atitudes negativas.

Mas, quando cá estamos, esquecemos o que de fato temos como meta e, muitas vezes, deixamos que outros influenciem na construção de nosso individualismo. Acontece de saímos por ai cometendo mancadas que temos que depois responder.

Este final de semana, assisti a película produzida por Brad Pitt. O Vidas Cruzadas: a História de Pippa Lee, retrata a busca pelo autoconhecimento.
Surpresas a parte pelo trabalho de Brad Pitt, confesso que parei para pensar em mil coisas que me acontecem, se tudo isso não é um “rebote” do destino pelas coisas de deixei mal arrumadas pelo caminho.

Alternando cenas do passado de Pippa e sua vida atual, quando então ela vive com um editor que precisa ir morar em condomínio de idosos, ela se depara com suas próprias limitações e, mesmo ele sendo talvez 30 anos mais velho do que ela, Pippa descobre que ele, para se sentir vivo, tem um caso com sua amiga.

Será que, homens são assim mesmo? Não podem sentir-se vivos ao lado da mulher que os ama?

Pippa havia, após muita desordem em sua vida, se entregue ao atual marido em plena adolescência. Foi por amor, por amor casou com ele, teve dois filhos e esteve ao lado de Herb após três enfartos que fizeram com que se mudassem para o lar idoso.

Mas, antes da união de ambos, ouve a traição de Herb para estar com Pippa, o suicídio da ex-mulher na frente de ambos e, agora, a imagem da traição, dentro do escritório do editor, que Pippa tinha buscado para poder fazer com que ele tivesse um lugar para ir trabalhar e se sentisse vivo. Vai ver homens não gostam de estar ao lado de mulheres que façam eles se sentirem seguros, amados e cuidados. Vai ver o que eles buscam para sentirem-se vivos é apenas sexo. Ai vê-se a dificuldade que eles têm em realizar-se plenamente ao lado da mulher que optou em viver ao lado deles.

Talvez, após o pedido de separação, Herb fizesse o mesmo com a amante, ao casar-se com ela. Mas o destino assim não quis. O quarto infarto do editor foi fulminante.

Vale a pena assistir a película lançada em 2009, repensar as escolhas e ver se, o que temos hoje na vida, não é, de fato, resultado do que proliferamos para os outros e para o universo cósmico. Seja isso bom ou ruim. A lei do retorno existe e cada um vive de acordo com a sua vibração. Mude de acordo com suas convicções e siga.

A VIDA ÍNTIMA DE PIPPA LEE - Trailer HD Legendado

Monday, June 21, 2010

Ultrapassando a pipoca

Em tempos de copa do mundo, natural que para ver os jogos da seleção brasileira a casa fique cheia de amigos e familiares. Mesmo que não seja em sua própria casa, dá para levar algo diferente para “beliscar” nestas horas, além de uma simples pipoca.
Algumas destas dicas de petiscos foram dadas na Revista Veja da semana de 14 de junho, outras no blog da Bete Duarte e outros em sites gastronômicos por ai. Aproveitem e saboreiem!

Scarpetta de queijo de cabra

Ingredientes:

- 240 g. de ricota cremosa de cabra
- 1 ½ xícara de chá de azeite
- Pimenta a gosto
- Sal a gosto
- Pão italiano

Modo de Preparo: em um recipiente, bata todos os ingredientes até ficarem bem homogêneos. Decore com manjericão e sirva com fatias quentes de pão italiano.


Fonte: Site Sabor intenso



Salgadinhos de Banana Frita


Ingredientes:
6 bananas .
1 xícara de farinha de trigo.
2 xícaras de farinha de rosca.
2 ovos.
Oleo para fritura.
Papel toalha.


Modo de Preparo: coloque o óleo em uma panela e leve ao fogo para esquentar.
Quebre os ovos e bata rapidamente com um garfo.
Coloque a farinha de trigo em um prato e a farinha de rosca em outro.
Descasque as bananas e retire os fios aderidos à fruta.
Envolva bem as bananas com a farinha de trigo.
Passe as bananas, uma de cada vez no ovo batido.
Escorra o excesso de ovo e coloque uma banana por vez no prato com farinha de rosca.
Envolva toda banana com essa farinha.
Quando o óleo estiver bem quente coloque as bananas (duas por vez) para fritar.
Quando estiverem douradas retire-as do óleo e coloque sobre o papel toalha.

Fonte: Site Mais Você

Cream Cracker Com Parmesão

Ingredientes:

3 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
- 180 g de manteiga gelada cortada em cubinhos
- sal a gosto
- 120 ml de água geladíssima
- sal grosso a gosto



Modo de Preparo: Numa tigela misture 3 xícaras (chá) de farinha de trigo, 1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado e 180 g de manteiga gelada cortada em cubinhos e misture até formar uma farofa. Adicione 120 ml de água geladíssima, sal a gosto e misture muito bem até ficar uma massa homogênea. Deixe descansar por +/- 10 minutos.
Coloque a massa entre dois (2) sacos plásticos numa superfície lisa e
com um rolo abra-a numa espessura fina e no tamanho da assadeira
que você irá usar. (DICA: você pode também usar uma assadeira virada ao contrário). Transfira a massa para a assadeira (já forrada com papel manteiga) e com um cortador de pizza (ou faca) marque a massa em quadrados (com 7 cm). Com o auxílio de um garfo ou palito de madeira, fure a massa aleatoriamente. Salpique sal grosso a gosto e leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por +/- 10 minutos.

DICA: para dar outros sabores, acrescente na massa curry ou
orégano ou alecrim picado a gosto


Amendoim Picante

Ingredientes:

- 4 xícaras (chá) de amendoim torrado e sem a pele
- 2 colheres (chá) de pimenta branca do reino moída
- 2 colheres (chá) de páprica doce
- 1 colher (café) de canela em pó
- 1 xícara (chá) de uvas passas brancas


Modo de Preparo: Misture todos os ingredientes e deixe descansar para pegar bem o
sabor. Sirva numa tigela.

Sunday, June 20, 2010

Agradecimento

Não posso e nem quero deixar passar em branco todo o carinho que recebi pela postagem: Autógrafos do além (o texto pode ser conferido logo abaixo).

Todas as manifestações ali deixada, no espaço destinado à comentários, me deixaram deveras honrada e aproveito para afirmar duas coisas: primeiramente que não esperava nada disso pois escrevi de coração e segunda, jamais imaginei tantas leituras e ainda a publicação deste texto no blog Libertando Sempre do jornalista Lineu Cotrim (http://www.libertandosempre.blogspot.com). Pena não poder fazer contato com cada uma de vocês. Deixem seus e-mails na próxima visita!

Obrigada a vocês que gostaram do texto, que o divulgaram, que comentaram. Obrigada a ti Terezinha, a médium que nos oportunizou mais uma vez beber da fonte Nydia e repensarmos nossas atividades nesta seara. Vermos ainda como somos pequenos neste universo, mas temos a oportunidade de fazer parte da gota do oceano. Eu confesso que me fez tão bem que resolvi sair da estagnação e buscar um novo grupo de trabalho. Em apenas uma tarde me senti mais útil e recompensada.

E, sigamos pensando em nós, em nossa reforma intima, como pede a Nydia e sigamos fazendo pelo bem do mundo.

Um beijo carinhoso à vocês e feliz sigo fazendo parte deste grande Grupo Libertação DA NOSSA CASA!



Bruna Silveira

Cegueira preta

Por Bruna Silveira



Sim, tenho idéias de que somos mais cegos do que imaginamos ser. E, cabeças brilhantes estão deixando o mundo ainda mais cego quando se vão. Nos deixando mais órfãos e ao léu de mentes estúpidas que pensam somente em mediocridades.

Dentre todos os acontecimentos ruins de minha última sexta-feira (18 de junho), afirmo que me deixou chocada o fato de perdermos de vista José Saramago, mesmo ele estando com 87 anos. Da cegueira branca que ele propôs em sua obra Ensaio Sobre a Cegueira ficamos com os olhos estagnados em um universo preto e vazio.




Português ganhador do prêmio Nobel de Literatura em 1998, o polêmico escritor foi filho e neto de pessoas analfabetas. Comunista, desentendeu-se com o cortejo português e mudou-se para localidade de Tías, nas Ilhas Canárias, na Espanha, onde seus olhos foram vistos abertos pela última vez, na manhã de 18 de junho.









O mundo fica mais burro, mas estúpido e menos criativo. Ainda nos sobra Gabo, mas não teremos mais Saramago, aquele que mesmo contestando a igreja, por ela foi homenageado. O homem que não teve medo de escrever o que quis, que tinha pena de morrer, que encontrou o amor, em Pilar Del Rio, após os 60 anos, que não tinha curso superior, mas tinha sabedoria, vontade, força, o que falta para muitos de nós.








Há duas semanas havia comprado a biografia dele, escrita por João Marques Lopes, editada pela Leya. É o que nos resta do homem que desrespeitou as regras da pontuação, que trazia aos livros uma voz viva, própria de seu estilo saramaguiano. Resta-nos reler as obras, embebedar-nos com sua bibliografia e tentar ver o mundo além do que alcança nossos olhos, assim como Saramago fez.





Como disse Veríssimo: sorte dele que tinha um coração de ferro, por que nós, reles humanos, temos coração de músculo, um músculo que sangra todos os dias. Eu completo: o meu sangrou mais na sexta, por Saramago e demais perdas do dia.




What the Bleep Do We Know?

Quem Somos Nós?

Por Bruna Silveira


Pergunta que costumamos nos fazer na intimidade, será que realmente sabemos quem somos nós e o poder que existe dentro da gente? O capacidade que tem nossa mente? Será que temos consciência que somos aquilo que projetamos para o mundo e ainda, que o que temos na vida é aquilo que vem da força de nosso cérebro?

Enfim, de tanto me perguntar esta semana, afinal, que coisas são essas que vem acontecendo, ou não na minha vida, aceitei a indicação de uma super amiga, a Carol Wagner e, de corpo e alma, me entreguei ao documentário Quem Somos Nós? Lançado em 2004 e com direção de William Arntz , Betsy Chasse , Mark Vicente, os mais de 60 minutos de tela ligada são mesclados entre as explicações de físicos e esotéricos e a história de Amanda. Amanda vive apegada ao passado, se acha uma vitima do mundo e não compreende o poder que tem dentro dela.

Acho que nenhum de nós, quando não estamos em uma situação muito boa, entendemos a força do nosso poder e de nosso pensamento. A não ser que saibamos que todo o miasma nocivo que provocamos não está nos ajudando a ter a vida que de fato queremos. Então, de fato buscamos a mudanças. Ok, não é fácil deixar para trás velhos hábitos, mas sempre é tempo de buscarmos aquilo que de fato idealizamos como vida.

O documentário traz à luz da física quântica a unicidade do espírito e matéria, apresenta o Deus que existe dentro de cada um de nós e ainda, como podemos projetar um futuro melhor a partir da conscientização.

Indico, muito bom para parar, pensar e rever velhos conceitos.

Wednesday, June 16, 2010

ISSO É MUITA SABEDORIA

Acho que este está valendo ainda mais para mim... E também pode servir para uma pá de gente. A Lispector é ótima mesmo!!

"Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho...o de mais nada fazer."

Clarice Lispector

Seguindo o momento textos que amo, deixo hoje, aqui, um texto da Clarice Lispector. De mente genial uma pena já termos perdido suas idéias novas. As que ficaram, ainda bem, vamos aproveitar.
Esta de agora tocou no meu momento atual.


HÁ MOMENTOS

"Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre."

Tuesday, June 15, 2010

Cecília Meireles

Semana passada comprei a antologia poética da Cecilia, como se fosse muito intima dela, penso que muitas coisas foram escritas diretamente para mim. Para os amantes das leituras belas, intensas e prazerosas, recomento dar uma espiada nas coisas da Cecília.

Este que segue, foi um dos que achei "minha cara".

Aproveitem sem parcimônia...



COMPROMISSOS


Transportam meus ombros secular compromisso.
Vigílias do olhar não me pertencem;
trabalho dos meus braços
é sobrenatural obrigação.

Perguntam pelo mundo
olhos de antepassados;
querem, em mim, suas mãos
o inconseguido.
Ritmos de construção
enrijeceram minha juventude,
e atrasam-me na morte.
Vive! - clamam os que se foram,
ou cedo ou irrealizados.
Vive por nós! - murmuram suplicantes.


Vivo por homens e mulheres
de outras idades, de outros lugares, com outras falas.
Por infantes e velhinhos trêmulos.
Gente do mar e da terra,
suada, salgada, hirsuta.
Gente de névoa, apenas murmurada.

É como se ali na parede
estivessem a rede e os remos,
o mapa,
e lá fora crescessem uva e trigo,
e à porta se chegasse uma ovelha,
que me estivesse mirando em luar,
e perguntando-se também.

Esperai! Sossegai!

Esta sou eu - a inúmera.
Que tem de ser pagã como as árvores
e, como uma druida, mística.
Com a vocação do mar, e com seus símbolos.
Com o entendimento tácito,
instintivo,
das raízes, das nuvens,
dos bichos e dos arroios caminheiros.

Andam arados, longe, em minha alma.

Andam os grandes navios obstinados.

Sou minha assembléia,
noite e dia, lucidamente.

Conduzo meu povo
e a ele me entrego.
E assim nos correspondemos.

Faro do planeta e do firmamento,
bússola enamorada de eternidade,
um sentimento lancinante de horizontes,
um poder de abraçar, de envolver
as coisas sofredoras,
e levá-las nos ombros, como os anhos e as cruzes.

E somos um bando sonâmbulo
passeando com felicidade
por lugares sem sol nem lua.

Nosso Lar (trailer)

Nosso Lar

Por Bruna Silveira

Clássico da literatura espírita, a obra Nosso Lar foi o ponta pé inicial dos materiais ditados por André Luiz à Chico Xavier, em 1944.

No livro, que depois intitulou a série de obras Nosso Lar, traz temas que movimentam o pensamento humano e retratam uma experiência pós-morte realista.



André Luiz, autor do livro, narra sua experiência quando então desencarnou. Médico na terra, André foi levado para a colônia Nosso Lar, onde habitam seres em aprendizado e que se empenham no trabalho para crescimento não apenas seu, mas de muitos outros seres.


Além das experiências vividas pelo autor do além, Nosso Lar trata fortemente das questões de causa e efeito, de como somos suicidas pelo abuso que fazemos dos recursos da terra e ainda nos mostra a realidade que o desencarnado deixa na terra. Realidade esta que, quando temos a oportunidade de rever, a encontramos bem diferente da que foi deixada quando da partida.


O Bestseller que ganhou ainda mais destaque após as telas do cinema exibirem o filme Chico Xavier, também ganhará sua versão cinematográfica.
Com estréia prevista para setembro, o filme promete desmistificar a vida após a morte.

Confira o trailer!

Monday, June 14, 2010

Segue o baile

Por Bruna Silveira
Passadas as comemorações dos Dias dos Namorados e a chuva de textos postados aqui, em uma sessão brega de auto-ajuda, segue o baile do mês.

Agora, a próxima etapa é o primeiro jogo da seleção brasileira, amanhã às 15h30. Obviamente as empresas estarão recheadas de gente com camisas e bandeiras do Brasil e no cardápio não pode faltar a pipoca. Só não vale soltar totalmente o verbo nestas horas, é preciso lembrar que os chefes também assistem ao jogo.

Mas, futebol a parte, mês de junho também tem festa junina. Uma comemoração típica e popular não passa desapercebida. Para quem, como eu, trabalha com eventos sabe que esta é uma data onde não se pode esquecer nada e a animação e comidas típicas são palavras de ordem.

Na busca para melhor fazer o evento dos professores da Associação de Docentes e Pesquisadores da PUCRS, entrei no site de uma amiga muito querida e muito competente na área de eventos. Quem quiser ótimas dicas, passa aqui:
http://lidiafraga.wordpress.com/2010/05/22/festa-junina/#comment-47
Eu já peguei as minhas e agora, mãos a obra!